Confissões

Publicação: 16/12/17
Merval Pereira

Os depoimentos dos envolvidos em delitos de corrupção na Operação Lava-Jato são autoexplicativos, por si só deixam claro o mecanismo criminoso utilizado, ou se revelam uma confissão espontânea, mesmo que o autor não tivesse essa intenção. Foi esse o caso do ex-governador Sérgio Cabral em depoimento ao juiz Marcelo Bretas, quando pediu desculpas ao povo do Rio de Janeiro por ter utilizado dinheiro de caixa dois para uso próprio.

Sem afirmar qual o montante que usou, e as denúncias giram em torno de muitos milhões, Sérgio Cabral disse que o fez para ter “uma vida incompatível, muito além dos meus dinheiros lícitos. Eu errei”. Numa frase, o ex-governador do Rio de Janeiro confessou que desviou dinheiro para manter um alto padrão de vida, embora negasse que se tratasse de propina. Questões semânticas que não se sustentam diante da lei.

Da mesma forma, os depoimentos ao juiz Sérgio Moro de Glaucos da Costamarques, o suposto dono do apartamento vizinho ao de Lula em São Bernardo do Campo que supostamente o alugava ao ex-presidente, e do contador João Muniz Leite, que fazia o imposto de renda de Lula e de dona Marisa, revelam toda a trama para esconder o verdadeiro dono do imóvel, que tanto pode ser o próprio ex-presidente ou seu amigo José Carlos Bumlai, menos Costamarques.

Candidamente, ele revelou como os recibos de aluguel apresentados pela defesa de Lula são realmente “ideologicamente falsos”, como acusa o Ministério Público em Curitiba. O laranja Glauco da Costamarques é primo de José Carlos Bumlai, por sua vez um dos melhores amigos do ex-presidente, e foi atendendo a seu pedido que comprou o apartamento, para que Lula não tivesse um vizinho inconveniente. E não gastou um tostão de seu, conforme admitiu para o juiz Sergio Moro. Serviu como laranja, na linguagem popular.

Ele relatou uma conversa que teve com o seu primo José Carlos Bumlai sobre o imposto que teria de pagar sobre os aluguéis que não recebeu de Lula e Marisa: “Além de eu não receber o aluguel, ainda vou pagar o imposto?”. Bumlai decidiu então ressarcir esse imposto do carnê leão. Isso porque o casal Lula da Silva declarava ao imposto de renda que pagava o aluguel, e Costamarques tinha que declarar que o recebera.

Quem fazia a contabilidade dos dois lados era João Muniz Leite, contador de Roberto Teixeira, outro amigão de Lula, em cuja casa durante muitos anos, no início de sua carreira política, o ex-presidente morou “de favor”. Na campanha presidencial de 1989, Collor insinuou que Lula tinha em sua casa um aparelho de som moderníssimo, incompatível com sua situação financeira. Era de Roberto Teixeira.

Esse contador foi quem esteve com Glaucos Costamarques no hospital para pegar sua assinatura em uma série de recibos. Sérgio Moro perguntou se a urgência em colher as assinaturas tinha alguma relação com a prisão de José Carlos Bumlai, primo de Glaucos. O contador negou. Garantiu ao juiz que “não houve pressão” para colher as assinaturas no Hospital Sírio-Libanês, e que o fez para “manter o trabalho em dia”.

O juiz Sergio Moro espantou-se quando o contador disse que cuidava da declaração do apartamento de Lula e Marisa Letícia em São Bernardo de graça. “O senhor fazia esse serviço gratuitamente?”, perguntou o juiz. “Sim, me sentia lisonjeado pela confiança que me foi depositada, então, eu fiz questão de fazer. Mesmo porque tenho contrato com o doutor Roberto [Teixeira] na prestação de serviços com a empresa dele e, na minha cabeça, eu entendia que isso estava dentro dos trabalhos que eu já cobro no escritório.”

Sobre o também serviço gratuito para Glaucos Costamarques, o contador tem uma explicação sentimental: “Fazia por amizade, considerava ele um verdadeiro pai, uma pessoa muito prestativa”.

Juridicamente, a falsidade pode ser material, quando o documento é adulterado, ou ideológica, quando, embora verdadeiro, não reflete a realidade dos fatos. Como no caso dos recibos dos aluguéis, que não eram pagos, mas documentos assinados pelo suposto dono atestavam que o foram.

Como dizem os juízes que atuam na Operação Lava-Jato há mais de três anos, já é possível mapear todos os artifícios utilizados pelos envolvidos para constatar seus crimes, mesmo não havendo ato de ofício. Um conjunto de indícios pode dar ao juiz uma certeza acima de qualquer dúvida razoável.


A corrida presidencial

Publicação: 16/12/17
Ivan Maciel de Andrade                                                                                                           
Procurador de Justiça e professor da UFRN (inativo)   

Ser candidato nas eleições de 2018 é um desafio e tanto. Para qualquer que seja o cargo. Muito maior o desafio, é claro, quando se trata da presidência da República. De princípio, é válido pensar que poucos se sentiriam com coragem para enfrentar a responsabilidade de governar o país em meio à turbulência econômica e política da qual mal começamos a sair. Mas são muitos os pré-candidatos à presidência. Quem acha que dispõe de alguma chance – por menor que seja – já se declarou disposto a aceitar a indicação. Mesmo que o seu nome quase não pontue nas pesquisas de intenções. Para isso, basta desvalorizar o resultado das pesquisas. Há sempre bons argumentos para desacreditá-las.        

Alguém mais rigoroso em seus julgamentos poderia considerar um gesto de insensatez essa disposição de enfrentar de qualquer forma as urnas com um mínimo de capital político. Contudo, se sabe que grande parte desses pré-candidatos vai ficar pelo caminho: ou desiste ou sofre o efeito da seleção natural que elimina os mais fracos eleitoralmente. De qualquer modo, há um desgaste na frustração das pré-candidaturas mais ambiciosas. Como nos casos de Henrique Meirelles e João Doria, que teriam, pelos cargos que exercem, reais condições de sonhar com a eleição presidencial.

Até agora, ambos têm desempenho pífio nas pesquisas: Doria, com 5 a 6% e Meirelles, com 1%. Sendo que Doria, para piorar a situação, vem sofrendo sucessivas quedas em sua popularidade dentro de São Paulo. Também não conseguiram emplacar, em termos de intenção de voto, o ex-ministro do Supremo Tribunal Joaquim Barbosa e o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad. Nem mesmo o atual governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, sobressai na briga por votos no primeiro turno. Pela última pesquisa do Datafolha, os nomes mais fortes são os de Lula, Jair Bolsonaro, Marina Silva e Ciro Gomes (beneficiário dos votos petistas, caso a justiça impeça a candidatura de Lula).

Segundo o Datafolha, “Lula lidera com 34% e Bolsonaro o segue com 17%”. Enquanto isso, Marina Silva encabeça o “pelotão” em que aparecem Alckmin e Ciro. No segundo turno, “Lula ganha em todos os cenários”. Então, a certeza é de que Lula, a esta altura, é o pré-candidato mais forte à presidência da República. Apesar da condenação imposta pelo juiz Sérgio Moro, da campanha contra ele dos meios de comunicação mais poderosos do país e de ataques sistemáticos nas redes sociais.

Se o TRF-4 confirmar a decisão condenatória de Lula antes das eleições de 2018, ele será alcançado pela Lei da Ficha Limpa e não poderá ser candidato. A defesa de Lula tenta evitar que isso aconteça. E, mesmo admitindo a hipótese de confirmação da decisão condenatória, entende – com base em cálculos probabilísticos – que ainda assim será possível manter de pé a sua candidatura.

Revela Elio Gaspari que, se Lula for barrado pela justiça eleitoral, o candidato do PT será Jaques Wagner, ex-governador da Bahia. Haddad não passaria de mera manobra dissimulatória. 

Mas não deixaria de ser um embate interessante, de muita adrenalina e grande proveito para a opinião pública, se Lula e Bolsonaro pudessem se enfrentar. A democracia brasileira agradeceria. 


Por quem os sinos choram!

Publicação: 16/12/17
Carlos Alberto A, Araújo
MD, PhD - Professor Doutor - UFRN

Ser médico requer uma extenuante, penosa, excludente, exclusiva e perseverante dedicação dos jovens que se aventuram a trilhar esse longo caminho. Frequentemente, por isso mesmo, o sonho termina em satisfação pessoal e familiar. Mas, quando o aluno, mesmo não abdicando do sonho, não consegue suportar essa longa trajetória? A consequente resposta a essa indagação é que esse esforço não faz sentido. Nem para o estudante, nem muito menos para os professores envolvidos ativamente nesse processo de aquisição de habilidades técnico-científicas que consiste a formação de um médico.

A formação médica é um processo complexo na aquisição de competências que exige uma estreita interação do indivíduo com o ambiente. Seja esse ambiente uma sala de aula convencional ou um complexo cenário hospitalar. A residência médica, um tipo de pós-graduação, é uma forma de consolidar a formação médica e é considerada o padrão ouro de qualidade em todo esse longo processo. Nela espera-se que haja um acréscimo das habilidades, da autoconfiança e da segurança para o profissional médico. Mas esses benefícios estão vinculados a uma época estressante, pois há consideráveis mudanças no estilo e no ritmo de vida médico.

A síndrome do esgotamento, ou, usando o anglicismo, a síndrome de Burnout (SB) está, infeliz e indelevelmente, cada vez mais presente na história da formação médica. Seja em nível da graduação ou na pós-graduação. Entre os médicos residentes os distúrbios comportamentais e orgânicos, mais frequentemente vistos, são sonolência diurna, depressão e a SB. A nível internacional foi observada uma prevalência, entre profissionais médicos, enfermeiros e residentes médicos, que varia entre 50 a 74%. No Brasil esse índice foi de 74% entre médicos residentes de várias especialidades. Ou seja, os números por si só já demonstram o tamanho do problema e é, certamente, um prelúdio de que alguma atitude deve ser tomada. Pouco compreensível é a constatação que, mesmo sendo um forte indício de um potencial risco à integridade dos médicos, é um assunto pouco estudado.

Conceitualmente, a SB consiste em quadro de exaustão emocional, despersonalização e redução da realização profissional. É o ambiente de trabalho, expondo às pessoas frequente e intensamente a vários fatores de estresse, que é considerado seu maior agente causal. Portanto, da mesma maneira que quando se fala em eventos adversos nos hospitais, o foco de uma ação mais perspicaz, eficaz e, consequentemente, produtiva para a mudança dessa realidade deve ser focada no ambiente. Logicamente, como muitas doenças, trata-se de processo multifatorial e o individuo precisa ser cuidadosamente visto.

Nessa semana a comunidade científica da UFRN, como um todo, e do Hospital Universitário Onofre Lopes em particular, entrou na trágica estatística do índice de suicídio entre médicos residentes. Essa taxa, cientificamente reportada, é maior que na população em geral.

Mesmo diante e durante o sentimento de consternação que caracteriza o luto, é premente que esse assunto seja tratado, de forma transparente e científica, por nossa comunidade científica. Todos os conhecidos fatores causais devem ser abordados, um olhar mais criterioso e personalizado sobre o processo ensino/aprendizado deve ser considerado. A saúde, física e mental, dos nossos estudantes devem estar em sintonia com os preceitos pedagógicos das nossas instituições de ensino. Melhor desempenho escolar, maior exigência com elas mesmas, maior propensão a sofrer pressões, pouca tolerância com as falhas, sentimento de culpa pelo que não sabe, sentimento de paralisia pelo medo de errar, são características que poderiam ser consideradas adequadas em uma entrevista para admissão de qualquer cargo, mas são justamente algumas características identificadas como fazendo parte do perfil do aluno de medicina mais propenso a cometer o suicídio.

Está mais do que na hora de perceber e assumir que o nosso Setembro Amarelo seja um sinal vermelho para chamar atenção de toda a nossa classe acadêmica. Que independente da Baleia ser Azul, temos mais que 13 Razões para tratar desse assunto de forma prioritária e em bases científicas. Que seja reestabelecida uma relação de maior conhecimento entre professor e o aluno. Só assim, acredito, que tragédias como essa possam ser evitadas.

Diante da intensa saudade que nossa ex-aluna deixa, em todos fazem o HUOL, e em particular ao seu ex-professor, hoje por ela os sinos dobram em lágrimas!

“Não quero me despedir! Não vou! Quero deixar você aqui comigo, naquele abraço que tocou meu coração! Vou sentir saudade do último encontro combinado que deixamos pra depois e não tivemos! Vou sentir saudade do abraço que deveria ter te dado ontem quando nos cruzamos na correria e eu só acenei com a mão! Maldita rotina! Não nascemos pra isso! Nascemos pra aproveitar o melhor da vida!” Mensagem de Dr. Ednor Elias Barbosa Neto. Médico R1 de Clínica Médica do HUOL.


Crônicas da Cidade (07)

Publicação: 16/12/17
Aurino Araújo

O Salão Imperador
Situado na esquina da rua Vigário Bartolomeu com a João Pessoa, o salão de sinuca "Imperador", do empresário Severino Francisco, que também era dono do Parque São Luiz, que anualmente animava a "Festa da Mocidade", a de "Nossa Senhora da Apresentação" e outras, pela cidade, tinha duas frentes: uma dava para a praça Padre João Maria e a outra, para o novo Cinema Nordeste, que tinha ar condicionado central, uma modernidade naqueles meados dos anos cinquenta.

As várias mesas de "sinuca" e de "bilhar" espalhadas pelo enorme salão, eram frequentadas por amadores e profissionais que, evidentemente, não se misturavam. Entre os profissionais, destacavam-se: "Dionísio", moreno, forte, exímio jogador e pessoa muito educada; "Liliu", cujo verdadeiro nome acho que nem mesmo os mais chegados sabiam, era home de uma "cabreirice" folclórica. Com seus óculos de "fundo de garrafa" cultivava a aparência de abestalhado apenas p´ra atrair os incautos, aos quais "depenava" nas apostas, depois de perder - propositadamente - algumas partidas, o que dava confiança ao adversário para aumentar o cacife do jogo. "Liliu" não era dos melhores no manejo do taco; o "Aleijado", era um cabra que puxava por uma perna, mais fina que a outra, daí o apelido, que não o ofendia. Ele tinha umas jogadas violentas e sabia dar um efeito na bola branca, que descrevia um semicírculo na mesa antes de posicionar-se "armando" a bola seguinte; "Chico Fuampa", cabra parrudo e que não jogava essas coisas todas, mas tava sempre entre os cobras. Certa vez, ficou injuriado porque foi derrubado numa queda de braço disputada no pano verde de uma mesa, por um camarada que tinha a metade de sua massa corporal e, finalmente "Creme Craque" - aportuguesamento do nome "Cream Cracker", famosa bolacha muito consumida, acho que até mesmo atualmente - que era o campeão supremo e reinava absoluto no Salão Imperador. "Creme Craque" só jogava apostando e era comum dar vantagem de pontos aos adversários. Como é lícito imaginar, nas disputas de partidas valendo apostas, nas quais o dinheiro "casado" era depositado numa das caçapas, tanto entre os citados, quanto entre eles e frequentes adversários, havia sempre uma "plateia", cujos expectadores também apostavam entre si. Os amadores que frequentavam aquela casa de jogos, formavam um grupo heterogêneo. Tinha uma turma saindo da adolescência, no meio da qual eu estava, que "batia o ponto" lá - quando a gaita dava pra pagar o tempo - e, às vezes era exigido "fazer a vaca", isto é, um depósito antecipado para garantir o pagamento do tempo de utilização da mesa. Outros frequentadores, eram comerciantes, profissionais liberais e aposentados. Os mais velhos preferiam o chamado "bilhar francês", que é jogado numa mesa sem caçapas e com apenas três bolas, maiores que as do "sinuca". Para esse tipo de jogo, existiam poucas mesas em razão da grande preferência dos frequentadores pelas de "sinuca" tradicional de seis caçapas, que se jogava com as dez, mas, atualmente, o costume é jogar com apenas um ás - a bola vermelha - o que reduz esse número para oito.

No jogo de "bilhar", destacava-se um senhor idoso, acho que funcionário federal aposentado, que costumava dar grandes tacadas. No de "sinuca", o piloto Franklin Bezerra era um dos "cobras" e "seu" Octávio Dantas, lendário gerente do Banco do Brasil, costumava ir lá, preferencialmente aos domingos, pela manhã.

Uma década depois, o velho prédio deu lugar ao edifício 21 de Março, iniciativa do incorporador e corretor de imóveis Manoel de Macedo Brito, construção que abrigava instalações comerciais, consultórios médicos, escritórios e apartamentos residenciais.


Novo Polo é eleito Carro do Ano

Publicação: 16/12/17
Fernando Siqueira

O Volkswagen Novo Polo foi eleito o "Carro do Ano 2017" na 51ª edição da premiação promovida pela revista AutoEsporte, da Editora Globo. O júri, com 28 jornalistas especializados de todo o Brasil, elegeu o Novo Polo, modelo que está revolucionando o segmento de hatchs premium do mercado nacional. Na premiação, a Volkswagen também foi eleita a "Marca Digital do Ano de 2017", em razão de ações inovadoras em comunicação digital.

"A conquista desta importante premiação é um reconhecimento de toda a inovação que o Novo Polo trouxe para o mercado brasileiro. O modelo está escrevendo uma história de sucesso no Brasil e no mundo. O carro marca o início de uma nova era para a Volkswagen, revolucionando o segmento de hatches premium no País", afirma Pablo Di Si, presidente e CEO da Volkswagen Região América do Sul e Brasil.

Entre os atributos do Novo Polo, o júri considerou a alta tecnologia, design, segurança máxima, atualidade do projeto, eficiência energética e preço. "Ele (Polo) é feito sobre a plataforma MQB, recebeu 5 estrelas no testes de segurança do Latin NCAP e é oferecido com 3 versões de motores (1.0 aspirado, 1.6 aspirado e 1.0 turbo) e duas de câmbio (manual de cinco marchas e automático de seis)", destacou a revista AutoEsporte. O Novo Polo chegou para atender a um cliente que busca muito mais que mobilidade e quer também design, inovação e alta performance. Isso tudo graças à Estratégia Modular MQB da Volkswagen, o conceito mais moderno para o desenvolvimento e produção de veículos no mundo.

Criada em 1966, a premiação é concedida pela revista AutoEsporte aos automóveis e comerciais leves que no ano se destacam por fatores como tecnologia, design, segurança, atualidade do projeto, eficiência energética e preço. Na 51ª edição, concorreram ao prêmio "Carro do Ano 2017" modelos nacionais e importados que foram lançados no mercado entre os dias 31 de outubro de 2016 e 30 de outubro de 2017, com preço sugerido inferior a R$ 100.000,00.

Destaques do Novo Polo
1) Inovação e alta performance: o Novo Polo oferece o que há de mais moderno em termos de design, inovação, alta performance e segurança.

2) Reconhecimentos: com a adoção de tecnologias inovadoras de fabricação e o uso de aços especiais de alta e ultra-alta resistência, o Novo Polo obteve classificação máxima nos testes realizados pelo Latin NCAP, que avalia carros novos vendidos na América Latina e Caribe. O modelo que vai revolucionar o segmento de compactos premium é um dos mais seguros à venda no Brasil, com 5 estrelas na proteção para adultos e crianças. Adicionalmente, o Latin NCAP atribuiu ao Novo Polo o Advanced Award, destinado a veículos que atendem critérios de proteção a pedestres - o carro é o primeiro do Brasil a receber esse prêmio. O Novo Polo também atingiu o menor índice de reparabilidade do Brasil entre todos os veículos de diferentes segmentos, de acordo com o ranking Car Group do CESVI Brasil.

3) Lançamento simultâneo: o Novo Polo foi lançado no Brasil em setembro, de forma praticamente simultânea com a Alemanha. É a mais avançada tecnologia mundial disponível ao consumidor brasileiro!

4) Investimento: hatch é produzido na fábrica Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP), que recebeu investimentos de R$ 2,6 bilhões para receber conceito MQB.

5) Segurança superior: a Estratégia Modular MQB permite recursos de assistência à condução e segurança de veículos de segmentos superiores. Carro é equipado de série, em todas as versões, com quatro airbags - dois dianteiros e dois laterais, e controle de estabilidade (versão TSI).

6) Carroceria segura e leve: estrutura de aços especiais garante elevados padrões de segurança e menor peso.

7) Motorização exclusiva: Novo Polo está disponível em três ofertas de motores e duas de transmissão, em quatro versões. O destaque é o motor TSI de 128 cv e 200 Nm de torque, que equipa as versões Comfortline e Highline, combinado com a nova transmissão automática de seis marchas AQ250-6F.

8) Economia de combustível: todas as versões do Novo Polo têm classificação "A" no Programa de Etiquetagem Veicular do INMETRO.

9) Design exclusivo: design frontal é exclusivo para o Brasil. Interior revolucionário dá as boas-vindas ao mundo digital.

10) Conectividade: Novo Polo estreia a segunda geração do Active Info Display, painel de instrumentos digital, com tela de 10,25 polegadas e alta resolução. O modelo traz sistema Discover Media de 8", que faz espelhamento de smartphone por plataformas Apple CarPlay e Android Auto.