Força Nacional chega ao RN nos próximos dias para reforçar ações de segurança durante a Copa

Publicação: 2014-05-18 10:33:00 | Comentários: 0
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Nos próximos dias, equipes da Força Nacional (FN) serão enviadas para reforçar as ações de segurança pública em pelos menos duas cidades-sedes da Copa do Mundo Fifa 2014 - Natal (RN) e Cuiabá (MT), a pedido dos governadores dos Estados, Rosalba Ciarlini (RN) e Sinval da Cunha Barbosa (MT). A 25 dias da Copa do Mundo no Brasil, as tropas estão pronta para atuar.
Ministério da JustiçaA Força Nacional é uma força de contingência que poderá agir no apoio às forças estaduais e federais quando solicitadaA Força Nacional é uma força de contingência que poderá agir no apoio às forças estaduais e federais quando solicitada

Neste sábado, 17, a Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça (Senasp/MJ) apresentou, em Brasília (DF), a última turma capacitada para o Mundial de futebol, com cerca de 600 bombeiros e policiais militares, além de profissionais de perícia.

Além do apoio direto aos estados do RN e MT, a tropa também irá participar de operações em parceria com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) em seis estados: Rio Grande do Sul, Paraná, Minas Gerais, Mato Grosso, Bahia e Rio de Janeiro.

Segundo a secretária Nacional de Segurança Pública, Regina Miki, a FN é uma força de contingência e poderá agir no apoio às forças estaduais e federais assim que for solicitada. “Nós temos um cadastro de 10,6 mil profissionais de segurança pública e chamaremos dentro do que for necessário. Estaremos em pontos estratégicos do país, com facilidade de locomoção para onde for necessário”, assegurou.

A respeito da qualificação do efetivo, o diretor-geral da Força Nacional, tenente coronel Alexandre Aragon, explicou que todos os profissionais mobilizados têm cinco anos de experiência, no mínimo. “Fazemos aqui uma instrução de nivelamento de conhecimento, onde os protocolos operacionais padrão da Força Nacional são passados. Aliado a isso, face aos grandes eventos, fizemos um preparo para distúrbios civis nas normas de procedimento da ONU em direitos humanos”, garantiu.

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