“Cunhadas” forneciam dados para transações

Publicação: 2017-06-17 00:00:00 | Comentários: 0
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A operação revelou um esquema “familiar” usado pelos investigados que estão reclusos para a movimentação financeira. Mulheres conhecidas como “cunhadas” forneciam seus dados bancários para transações financeiras dos presos, que segundo o Ministério Público chegava, em dois anos, a R$ 6 milhões, nas 184 contas relacionadas à facção, que tiveram sigilo bancário afastado.

Outra descoberta importante era de que a telefonia era a “arma” da facção. Foram interceptadas conferências dos líderes da facção PCC nas quais os membros eram relacionados com nomes, alcunhas, matrícula e batismos. Nessas conferências, presos de praticamente todos os estados da federação se comunicavam e combinavam operações criminosas.

Resgate de presos, assaltos, roubo de veículos, tráfico e plano para matar rivais são alguns dos assuntos discutidos entre os investigados durante o período que tiveram suas ligações telefônicas monitoradas.

Em alguns dos áudios, é possível notar que alguns dos investigados estão comandando o tráfico de drogas de dentro dos presídios assim como na grande Natal e com atuação em Mossoró.

Durante a análise dos áudios da operação, é mostrado que os principais investigados integram uma organização criminosa com divisões de tarefas bem definidas visando a prática de crimes, além de acirrarem a rixa contra a facção local - Sindicato do RN.

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