Última porta

Publicação: 2019-06-08 00:00:00 | Comentários: 0
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Médico neurologista que atua no Walfredo Gurgel, Baltazar Marinho criticou a possibilidade de fechamento do Hospital Ruy Pereira. Ele disse que este hospital é o única esperança para a população “humilde e pobre” ser atendida, ao precisar de cirurgia vascular. “Infelizmente, a nossa governadora Fátima Bezerra mostra total insensibilidade juntamente com seu secretário de Saúde e decidiu para o fechamento desta unidade especializada”, lamentou o médico, em postagens nas redes sociais. “Sugiro que nossa governadora visite uma enfermaria de amputados”, recomendou. E acrescentou que o Ruy Pereira, uma chance de sobrevida para muitos pacientes, terá sua porta fechada.

Folga para servidores
A vereadora Divaneide Basílio (PT) apresentou um projeto para que os servidores da Câmara Municipal sejam liberados nos dias de jogos da Copa do Mundo de Futebol Feminino. “Em maio, nosso mandato apresentou um Projeto de Lei propondo que a Câmara Municipal do Natal adotasse o regime de ponto facultativo para os servidores da Casa durante os jogos da seleção feminina”, informou a vereadora.

Restos a pagar
O governo do Estado não vai destinar ao pagamento de salários atrasados os recursos que obtiver por intermédio do Plano Mansueto, que deve assegurar aval do Tesouro Nacional para o Estado ter acesso a novos empréstimos, desde que adote medidas de ajuste. A informação foi dada pelo secretário de Planejamento e Finanças, Aldemir Freire, ao jornal Valor Econômico. Ele afirmou que ao ter acesso a esse financiamento o governo destinará a pagamento de fornecedores. O secretário disse ontem à reportagem da TRIBUNA DO NORTE que esses recursos serão para pagar "restos a pagar".

Cotado para o ministério
O atual secretário especial de Previdência e Trabalho está cotado para ocupar um ministério no Governo Jair Bolsonaro. “Rogério Marinho está em alta com Jair Bolsonaro. Quando a reforma da Previdência for aprovada, o capitão quer encontrar uma vaga de ministro para o secretário”, informou a coluna Radar, da revista Veja.

Votação no Congresso
O deputado federal Eliéser Girão defendeu a aprovação, no Congresso Nacional, de um crédito suplementar para que o governo federal possa cumprir a regra de ouro e não coloque em risco a liberação de recursos orçamentários para programas sociais. “O compromisso do Congresso Nacional deve ser com o Brasil. A necessidade da aprovação da Regra de Ouro é urgente. Não podemos deixar que preferências partidárias ou ideológicas travem esse processo. O Brasil precisa produzir”, disse General Girão.

Corregedoria de Justiça
O corregedor nacional de Justiça, ministro Humberto Martins, encaminhou ofício ao juiz federal Marcelo Bretas, da Lava Jato no Rio de Janeiro, solicitando informações sobre tuíte que ele postou sobre o caso Neymar. As informações foram divulgadas pela Corregedoria Nacional de Justiça.  Bretas, titular da 7.ª Vara Federal do Rio, não citou o nome da modelo que acusa Neymar de estupro. O juiz escreveu em sua página: "Nem sempre a vítima é a parte mais fraca da relação". Postou ainda. "Preocupante! Suspeitas de fraude ou abuso de direito pela parte 'mais vulnerável' devem ser apuradas com rigor, sob pena de deslegitimar as demais situações de efetiva vulnerabilidade." Para a Corregedoria, a conduta do juiz federal pode caracterizar violação dos deveres impostos aos magistrados. Bretas tem cinco dias para prestar as informações à Corregedoria Nacional de Justiça.

Defesa das internações
O presidente Jair Bolsonaro usou o Twitter ontem à noite para defender a lei que autoriza internação compulsória de dependentes químicos. A medida foi sancionada na última quarta-feira (5) e prevê que a internação involuntária deverá ocorrer no prazo de tempo necessário à desintoxicação do paciente, com prazo máximo de 90 dias. Segundo Bolsonaro, a internação é um recurso possível para evitar "um mal maior".  "Nesta semana, sancionei lei que autoriza a internação compulsória de dependentes químicos, podendo ser solicitada pela família ou responsável legal. Por vezes, esse é o último recurso possível para impedir um mal ainda maior. O dependente não é livre, é um escravo da droga", tuitou.

Assunto superado
A presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Suzana Guerra, disse ontem que a redução do questionário do censo, objeto de polêmica nos últimos dias, "não tem volta, é página virada". Para ela, a decisão de alguns funcionários entregarem seus cargos diante da decisão de reduzir o número de perguntas do censo em cerca de 25% é compreensível. "Em todo momento de mudança em uma grande organização há resistências, e essas resistências são compreensíveis. Eles estão no direito deles, de quererem sair, e eu respeito isso e agradeço a eles pelo trabalho de excelência que eles têm feito", afirmou Guerra.






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