A pedofilia sepulcral de Foucault

Publicação: 2021-03-30 00:00:00
Alex Medeiros 
alexmedeiros1959@gmail.com

Michel Foucault foi um dos pensadores mais renomados da segunda metade do século 20, conquistando uma idolatria na comunidade esquerdista mundial tão ou mais ampla do que Che Guevara, o guerrilheiro galgado a herói pela militância comunista que viu e ainda vê na miséria de Cuba uma referência de civilização avançada nos aspectos social e político. A morte precoce de Foucault, em 1984, contribuiu também para catapultar sua celebridade.

No último domingo, o jornal inglês The Sunday Times circulou com uma bomba com poder de pulverizar a reputação do filósofo francês. Quem acionou a bomba foi o escritor e filósofo Guy Sorman, de dupla nacionalidade americana e francesa, que foi taxativo ao revelar que quando visitou Foucault na Tunísia, em 1969, ele realizava taras sexuais com crianças dentro de um cemitério da capital Túnis. Os detalhes estão no livro de Sormon “My Dictionary of Bullshit”.

Cultuado por doze entre dez doutorandos de Humanas, Foucault se tornou em 1970 professor de história dos sistemas de pensamento, disciplina implantada no prestigiado College de France, que abrangia filosofia, história e política.

Foi logo após a primeira edição de uma série sobre história da sexualidade, que Foucault decidiu se debruçar sobre a história do sexo, a partir do que viu ao seu redor no período turbulento da revolução sexual nas décadas 1960/70.

Ele contava que existiu uma época em que o corpo e seus comportamentos eram livres, quando falar em sexo não presumia poucas reservas. Fazer também não. Depois surgiram a censura e etiqueta morais de origem cristã.

No primeiro volume da trilogia “A História da Sexualidade”, Foucault elaborou um discurso sobre o advento da criança à sexualidade, assim como abordou outras práticas sexuais não conjugais. Agora o Guy Sorman revelou algo mais.

O escritor franco-americano contou que visitou o filósofo numa viagem que fez com amigos à Tunísia durante um feriado de Páscoa. Num vilarejo chamado Sidi Bou Said, ele disse que Foucault aliciava meninos entre oito e dez anos.

Ele dava dinheiro aos garotinhos e os esperava tarde da noite dentro de um cemitério, um cenário mais que aterrador para a prática das suas taras. Talvez para compor a tese da “inocência fugaz dos corpos, curiosidades e desejos”.

Mas não é o primeiro guru cultural da esquerda a praticar pedofilia. No Brasil, houve um que pegava índias adolescentes durante estudos antropológicos, e o escritor Arthur Clarke foi viver no Sri Lanka em 1956 por aprovar tal relação.

Quando discerniu suas teses sobre criança e sexo, Foucault denunciava a preocupação dos poderes com o prematuro desenvolvimento dos menores, sujeitos à segregação obsessiva e a um sistema de vigilância moral e cristão.

Michel Foucault dedicou o tempo de cátedra a formular teorias sobre mudança de poder e mudança social. Dizia que as pessoas tendiam a simplificar demais as mudanças, sem ver que tudo é uma luta inevitável de liberdade e razão.

Um farol da pauta identitária da esquerda de hoje, talvez ele conseguisse mostrar razão no abuso sexual de crianças. Nos últimos meses, meia-dúzia de intelectuais no Brasil já tentou pintar a pedofilia como doença e não como crime e degradação.

Créditos: Divulgação

Auxílio
As finanças de estados e municípios fecharam o ano passado no azul, graças aos bilhões da União distribuídos durante a pandemia e também ao perdão da dívida pública pelo governo federal. O melhor superávit primário desde 1991.

Resistência
No fim de semana, diversos bairros de Natal tiveram seus comércios abertos normalmente, exceto bares e restaurantes que são os mais fiscalizados. Nas zonas Sul e Oeste, tudo funcionou à margem do que impõe os protocolos.

Vacinas
A Organização Mundial da Saúde já tem 83 vacinas contra Covid-19 na lista daquelas que estão na fase clínica. As duas últimas incluídas foram a Versamune, da PDS Biotechnology, e a Butanvac, do Mount Sinai Hospital.

Morte
Morreu de Covid no Rio Grande do Sul a viúva Líria Luiza Teixeira Wichmann, que era filha do famoso cantor Teixeirinha, um dos maiores vendedores de disco do Brasil por décadas. Líria passava necessidades e não tinha moradia.

Morte II
Mais um caso de óbito pós-vacina. Na cidade de Itaúna (MG), uma mulher de 33 anos faleceu de coronavírus 42 dias depois de tomar a segunda dose. Ela havia tomado a primeira em 28 de janeiro e a segunda em 12 de fevereiro.

Elementos
Doutrinas esotéricas, como a “cientologia”, acreditam que os quatro elementos estão agindo em sincronia para impor uma nova era. O ar matando na Covid, a água invadindo terras, o fogo saindo dos vulcões e a terra tremendo constante.

Profecia
Já alguns setores evangélicos acreditam que nesta terça-feira, 30 de março, uma profecia se realizará com muitas mortes pelo planeta inteiro, e só terá chances de escapar aqueles que ficarem em casa dedicados às orações.

China não
Até agora, treze nações importantes não aceitaram a presença da tecnologia 5G da chinesa Huawei: Austrália, Dinamarca, EUA, Estônia, França, Grécia, Inglaterra, Itália, Japão, Nova Zelândia, Polônia, República Tcheca e Suécia.








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