Às vezes caseira, outras pé na areia

Publicação: 2018-09-14 00:00:00 | Comentários: 0
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Um dos rostos mais conhecidos do jornalismo televisivo potiguar, Emmily Virgílio tem uma longa história por trás da telinha. Começou na TVU, em Natal; em 2005 foi para São Paulo, onde passou pela Record e depois para o jornalismo esportivo da BAND, que considera sua grande escola. “Tive a oportunidade de cobrir Olimpíada, Pan, Copa das Confederações e Copa do Mundo. Ainda passei pela ESPN, Record Rio, e Portal Terra”, conta. Em 2013 voltou a Natal e começou a trabalhar na InterTV Cabugi, onde é vista diariamente relatando fatos do nosso estado, vez por outra emitindo opiniões contundentes – e até fazendo uns passinhos de dança quando o entrevistado permite. 

Emmily Virgílio, jornalista e apresentadora
Emmily Virgílio, jornalista e apresentadora

“Já fui muito festeira. Mas hoje, me tirar de casa não é uma tarefa muito fácil”, afirma. A jornalista conta que prefere receber em casa a sair, mas não abre mão de um roteirinho gastronômico e de cinema. “Frequento mais os de Ponta Negra por morar perto e também por considerar o melhor bairro de Natal. Acho Ponta Negra mais vivo, mais alternativo que os outros bairros. Ousaria até em definir como o mais cosmopolita”, diz.

“Gosto dessa mistura de potiguares, turistas brasileiros, gringos...isso dá vida e um ar mais espontâneo ao bairro. Sem falar na praia, claro. O banho de mar no pé do morro é algo indescritível. Algo que faz a gente esquecer toda essa violência e lembrar que ainda somos privilegiados com qualidade de vida em Natal. Sem dúvida, o melhor programa diurno da cidade. Energizante!

Quanto aos restaurantes, gosto de tantos que tenho até medo de ser injusta e não citar algum. Mas vamos lá: a massa da Casa di Paolo me faz atravessar a cidade. Gosto de tudo de lá. Ambiente, o chef Paolo e claro a comida maravilhosa. Tenho ido com frequência também ao Dom Matias. O bife de chorizo é incrível. E como gosto de carne, outro que também gosto é o Filé de Sol da Cozinharia. E pra fechar, ou melhor, pra abrir: a entrada de steak tartare do Brasserie é minha preferida da vida. Aí no domingo de noite, me jogo na pizza de camarão com gorgonzola do Mazzano.

Bar eu acabo indo menos. Mas se tiver que tomar uns drinks, a varadinha do Hamachi é uma boa pedida. Ainda sobre a vida noturna, acho que Natal ainda deve em relação a baladinhas. Eu, confesso, que não sinto muita falta. Mas acho que uma cidade que vive do turismo deveria ter mais opções.

Foi em São Paulo que 'aprendi' a ir no cinema e fazer programas culturais sozinha. Por isso falo que foi como um divisor de águas. Vou praticamente toda semana ao cinema. E apesar de ter ido essa semana mesmo ao cinema, a minha indicação de filme é um da Netflix: 'A Sociedade Literária e a Torta de Casca de Batata' é imperdível. De fazer a gente chorar e refletir sobre a importância da leitura em momentos marcantes da história. Vale muito a pena. Não estou lendo nenhum livro neste momento, mas o meu preferido da vida é 'Ensaio sobre a Cegueira', de José Saramago.”








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