Adereços em alta: duas coleções para brilhar na folia

Publicação: 2020-02-14 00:00:00 | Comentários: 0
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O carnaval de Natal retomou a força e o fôlego, e junto veio a demanda pelos adereços típicos da folia. Na rua ou no salão, a ideia é se destacar. A turma que elabora peças artesanais está em alta, já que oferece um material exclusivo e diferenciado. As elegantes máscaras de Denise Lins  são pura classe e brilho, enquanto os colares e chapéus de Daniele Brito trazem inspirações da cultura africana. São belezas feitas a mão para festejar.

Créditos: Magnus NascimentoA design Denise Lins incrementa máscaras carnavalescas com pedrarias e plumasA design Denise Lins incrementa máscaras carnavalescas com pedrarias e plumas


“A máscara sempre me fascinou pela elegância e o ar de mistério. Uma das maiores fontes de inspiração que tenho está na natureza, especialmente nos pássaros”, afirma Denise Lins, que produz suas peças há cinco anos. As máscaras são feitas de metal e recebem o banho de ouro ou prata com proteção, o mesmo processo de jóias banhadas a ouro. Denise usa cristais em correntes e em pedras, e os mesmos também recebem banho de ouro e prata.

O processo de produção é totalmente artesanal. “Faço uma bagunça na mesa, uso pedraria de todas as cores, cola, tesoura, penas e muita paciência, muitas vezes coloco pedrinha por pedrinha mesmo”, diz. Ano passado as máscaras estiveram no Camarote 2222 de Gilberto Gil, na Bahia. “A minha inspiração vem dos pássaros, e do desejo de torná-los jóias. Esse é o conceito do meu trabalho, mulheres vestidas de jóias”, ressalta. O trabalho é autoral, com produção limitada.

Créditos: Neto MouraMais uma peça da coleção Íris, com coroa e colar para usar com bodyMais uma peça da coleção Íris, com coroa e colar para usar com body


Estilo afro
Daniele Brito sintonizou sua folia com a África. Os colares foram inspirados naqueles usados na África do Sul, de tamanhos grandes. Para a cabeça, os chapéus usados  pelas mulheres zulus em festas das mais variadas, chamados 'isicholos'. O trabalho é feito com miçangas coloridas, na paleta de cores puxada para a África. “Eu inseri ainda o prata e o dourado, com tudo costurado e colado a mão”, ressalta.

A produtora também continuou fazendo os acessórios de orelha, que batizou de “Íris”, inspirada numa amiga da produtora. “Uma baiana que mora em Pernambuco e adora o carnaval assim como eu”, diz.

Todos os acessórios podem ser combinados de várias formas, com elementos diferentes. “Os colares podem ser combinados com tomara-que-caia, biquínis, um body, camiseta, porque eles conseguem brilhar por cima do que você quiser. E pode ser usada até depois do carnaval. Os brilhos são todos na medida certa”, explica. Daniela compra materiais fora de Natal, já que os produtos chegam com preços altos demais por aqui. “A maioria do que eu uso trouxe de Recife, compro mais barato”, enfatiza.

Créditos: Neto MouraModelo Maysa Galvão, da Tráfego Models, exibe o isicholo, peça criada por Danielle Brito,  inspirada nos adereços das mulheres ZuluModelo Maysa Galvão, da Tráfego Models, exibe o isicholo, peça criada por Danielle Brito, inspirada nos adereços das mulheres Zulu


Nas coroas Daniele trabalhou com prata, dourado, azul, laranja, e neon. “O carnaval é muito lúdico, é um período em que a gente solta a imaginação, faz bem pra alma. Minhas vendas são basicamente online. As vendas são personalizadas, cara a cara”, conclui.

Para o ensaio com as peças, foi convidada a modelo Maysa Galvão, da Tráfego Models.

Serviço:
Máscara de Denise Lins. Para adquirir: 99988-5650 (WhatsApp).

Colares, chapéus e coroas de Daniele Brito. Tel.: 99911-4898 (Whatsapp)









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