Amante dos ventos e velas

Publicação: 2018-12-07 00:00:00 | Comentários: 0
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Quando não está num escritório ou sala de aula, Kaleb Freire tem a visão de um cenário bem diferente: o Rio Potengi. Comodoro do Iate Clube de Natal, ele é um apaixonado por navegação a motor ou a vela. “Sou uma pessoa que valoriza muito a família e as amizades e tenho esses dois pilares como segredo de viver  em paz e harmonia”, afirma. O tradicional espaço marítimo da capital é obviamente um de seus lugares favoritos, dividindo também suas preferências com outros programas em família.

Kaleb Freire, Professor, advogado e comodoro do Iate Clube de Natal
Kaleb Freire, Professor, advogado e comodoro do Iate Clube de Natal

“Entre meus lugares favoritos em Natal estão o varandão do Iate Clube do Natal, com aquela vista ímpar para o Rio Potengi, sendo no meu conceito o lugar mais bonito de Natal. Já meu lugar favorito no interior: Lagoa do Bonfim, onde se localiza a sede campestre do Iate Clube do Bonfim, sendo a lagoa algo indescritível de beleza. Fora do país, gosto muito de dois extremos: Portugal e  Nova Iorque, nos Estados Unidos.

Quanto aos restaurantes de Natal e sua culinária, nossa cidade já se destaca por termos uma culinária de alto nível e para todos os gostos. Destaco alguns bons restaurantes como Abade, Buongustaio, Mar Sereno (restaurante do Iate Clube), Recanto da Lagoa (Lagoa do Bonfim) e Piazale, em especial aos pratos com frutos do mar de todos eles.

Não sou muito de  filmes, mas destaco como uma boa leitura do momento o livro 'Como as Democracias Morrem', de Steven Levitsky e Daniel Ziblatt, dois conceituados professores de Harvard que fazem uma análise do fim das democracias em todo o mundo, sendo um livro  fundamental para o momento conturbado que vivemos no Brasil e em boa parte do mundo, de forma que possamos  manter e recuperar democracias ameaçadas.

Meu sonho era ver a Ribeira e adjacências totalmente recuperadas e urbanizadas, principalmente em parte da margem do Rio Potengi de forma que a sociedade pudesse apreciar e respirar a história desse bairro num grande pólo turístico. Gostaria de tivéssemos um turismo histórico bem mais aproveitado, como acontece noutros estados e países. Temos uma linda história e com fatos decisivos na história mundial recente que nosso povo não conhece. Uma pena!”



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