Apoio e respaldo ao Comitê

Publicação: 2020-11-21 00:00:00
 colunanotas@tribunadonorte.com.br

A Prefeitura de Natal divulgou uma nota, ontem à noite, na qual destaca que ratifica a “plena convicção e apoio às medidas recomendadas pelo Comitê Científico Municipal e seu presidente, o infectologista e professor doutor, Fernando Suassuna”. “Essas medidas abrangem o tratamento da Covid-19 e a recomendação do uso da Ivermectina de forma sistemática para uso profilático e terapêutico”, afirma a nota. No texto, diz também que se baseia em dois fatores para sustentar esse posicionamento: “técnico-científico” e “excelentes resultados alcançados pelo protocolo médico adotado”.

Repúdio à politização 
Na nota, a Prefeitura de Natal afirma repudiar “as tentativas que estão sendo feitas por segmentos equivocados para politizar a questão”. “Entende que tal direcionamento afronta os esforços que estão sendo empreendidos pelo corpo técnico da rede municipal de Saúde, formado por médicos, enfermeiros e outros profissionais”, destaca. 

Diagnóstico de covid-19
O prefeito eleito de Mossoró, deputado estadual Allyson Bezerra, informou ontem que recebeu o diagnóstico de que está com convid-10. “Amigos, informo que em exame realizado na tarde desta sexta-feira (20), testei positivo para Covid. Apresento sintomas leves e estou em total isolamento”, afirmou o prefeito eleito. “Logo após receber o diagnóstico, suspendi toda minha agenda externa, seguindo as orientações médicas. Continuarei com agenda de trabalho de forma remota”, acrescentou.

Equipe de transição 
O prefeito eleito de Mossoró, Allyson Bezerra, anunciou dois nomes para a equipe de transição: advogado Raul Santos, que atuou no assessoria jurídica da campanha; e Kadson Eduardo, que é o atual chefe de gabinete do deputado na Assembleia Legislativa. Kadson também trabalhou na campanha de Allysson, com atribuições relacionadas a estratégicas políticas e de marketing. 

Repercussão dos senadores 
Dois senadores do Rio Grande do Norte repercutiram ontem a violência contra o homem negro de 40 anos que morreu após ser espancado por dois seguranças de um supermercado da rede Carrefour, em Porto Alegre (RS). “O racismo estrutural provocou mais uma vítima. O que aconteceu no supermercado de Porto Alegre não pode ficar impune. Ninguém pode fechar os olhos e fingir que não tem nada com isso. Negar que o Brasil é um país racista é um escândalo. Vamos cobrar que as responsabilidades por este crime sejam apuradas”, disse o senador Jean Paul Prates (PT). “Recentemente, até onde lembro, três pessoas perderam a vida abruptamente em supermercados. Até hoje não sabemos que fim tiveram os agressores. Só sabemos que morreu alguém. Pelas imagens, me parece que há muito despreparo na imobilização e na contenção do indivíduo. Nestes casos, um bom treinamento pode ser a diferença”, afirmou o senador Styvenson Valentim (Podemos-RN).

Auxílio emergencial 
O secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, repetiu que o governo não trabalha com a possibilidade de prorrogação do auxílio emergencial, que acabará em dezembro este ano. "O auxílio é uma despesa primária adicional de R$ 321,8 bilhões, um número significativo, legítimo, justificado e contido em 2020. O auxílio teve e ainda tem um papel importante, mas tem um alto custo fiscal. Do nosso ponto de vista técnico, temos o dever de apresentar à sociedade esse impacto", completou. 

Pedido rejeitado 
Os desembargadores da 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região negaram, por unanimidade, o pedido da defesa de Wilson Quintella Filho, ex-presidente da Estre Ambiental, para realização de perícia técnica nos sistemas eletrônicos MyWebDay e Drousys, usados pelo famoso setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, que controlava os pagamentos de propina que abasteciam que contas particulares e caixa 2 eleitoral de políticos e partidos. Em habeas corpus apresentado ao TRF-4, os advogados questionavam a autenticidade e a legitimidade de provas obtidas contra Quintella pelo Ministério Público Federal no âmbito das investigações da Operação Lava Jato.

Banimento 
Após o primeiro turno das eleições municipais de 2020, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o WhatsApp anunciam o banimento de  mais de mil contas reportadas na plataforma de denúncias conjunta por suspeitas de disparos de mensagens em massa no aplicativo. A plataforma de denúncias é uma das iniciativas da parceria estabelecida entre o TSE e o WhatsApp para combater a viralidade e as notícias falsas nas Eleições 2020, no contexto do Programa de Enfrentamento à Desinformação da corte eleitoral.