Aprender com a realidade virtual

Publicação: 2017-10-01 00:00:00 | Comentários: 0
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Tádzio França
Repórter

A tecnologia conhecida como Realidade Virtual e a Aumentada deixa de ser uma ferramenta apenas de entretenimento eletrônico para se tornar uma verdade essencial na educação do futuro bem próximo. E muitas instituições e escolas já adotam esse recurso para potencializar o aprendizado, como é o caso da UPTIME.

Do lúdico para a educação

 A experiência virtual está cada vez mais próxima da realidade cotidiana das pessoas. E vai além do entretenimento eletrônico pelo qual é mais conhecido. A educação é um dos segmentos mais promissores na adoção da chamada tecnologia AVR, ou seja, a Realidade Virtual e a Aumentada aplicada ao ensino. É algo ainda novo, mas já adotado por diversas instituições e escolas ao redor do mundo, com resultados comprovadamente bons. E isto é bem real.

“Estudar com realidade virtual potencializa o aprendizado, e não há dúvida que é bem mais divertido”, garante Flávio Amaral, gestor de planejamento e expansão da escola de inglês UPTIME, a primeira no país – e no mundo – em seu segmento a incorporar essas novas tecnologias ao material didático. O apelo lúdico que a tecnologia AVR possui naturalmente, e que já é tão conhecido dos adeptos dos games eletrônicos, gera entusiasmo no aluno, e pode ser pedagogicamente mais eficiente na absorção de conteúdo.  

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A tecnologia AVR gera uma imersão. O aluno interage diretamente com o conteúdo a ser estudado. A UPTIME trabalha com as duas tecnologias: a Realidade Virtual (VR) transporta a pessoa para dentro de outro lugar, o ambiente virtual, que pode ser qualquer espaço simulado por um conteúdo digital, através de um óculos especial. Já a Realidade Aumentada (AR) permite que objetos virtuais sejam visualizados em meio ao ambiente real, através de tablets, smartphones, e outros dispositivos tecnológicos, permitindo a interação com eles.

Flávio Amaral explica que na UPTIME o aluno recebe, junto com o material didático, um óculos VR que possibilita ter um smartphone acoplado, que deve ter o aplicativo exclusivo da UPTIME AVR baixado, e assim, ter acesso ao conteúdo.

Os óculos são vedados, para que o aluno não veja nada além do ambiente virtual projetado para suas atividades. Esse universo de ficção põe o espectador em contato com as simulações em tempo real.

Neurolinguística e Mnemônica
Pode-se dizer que a adoção da tecnologia AVR faz parte de um processo natural dentro da UPTIME. A escola nasceu em 2001, em Belo Horizonte (MG), e sempre buscou metodologias diferenciadas em sua grade de ensino. O uso de neurolinguística e mnemônica já era um trunfo no currículo: enquanto a primeira estuda a capacidade humana de se comunicar, a segunda desenvolve e fortalece a memória mediante diversos processos.

Juntas, a neurolinguística e a mnemônica fundamentam o processo natural de aprendizado de uma língua. Os praticantes dessas metodologias aprendem o novo idioma na prática, através da associação direta da percepção e do pensamento com a fala e o seus sons, eliminando a comparação de idiomas (tradução) ou explicações gramaticais. Flávio ressalta que é um recurso similar ao do aprendizado da língua nativa, na infância. “Ninguém aprendeu a falar começando por uma gramática. Primeiro se escuta os sons ao redor e depois se tenta repetir o que foi dito até acumular vocabulário”, explica.

Com a adição da realidade virtual, a neurolinguística e a mnemônica ganham outro patamar e se complementam de uma forma ainda mais eficaz. O curso de inglês na UPTIME dura um ano, e boa parte dos estudos pode ser realizada em casa. O método chamado ‘mnemonics day-by-day’ incentiva o aluno a aproveitar o tempo fora da escola para se preparar, e em sala de aula trocar conhecimentos com alunos e professores. Aliás, nesse contexto, Flávio ressalta que o professor é melhor definido como um ‘instrutor’. “Ele conduz a aula fazendo com que o aluno reproduza o conteúdo de vocabulário previamente estudado em casa”, diz.

As realidades virtual e aumentada foram incorporadas à UPTIME neste ano, em maio. Os atrativos desse sistema para a área educativa se apresentam de várias formas. Pode ser mais fácil de absorver que um livro, pois o aluno “vive” o conteúdo; pode projetar situações de risco de forma segura; e promove maior integração social entre os alunos, principalmente entre os mais tímidos, arredios, ou com dificuldade de aprender.

Os benefícios da AVR são vários para o estudante: facilita a memorização e o entendimento do conteúdo; a aprendizagem cognitiva é mais rápida; o conteúdo é melhor fixado; os estudos são mais interativos e dinâmicos; engaja os alunos às aulas de forma criativa; enriquece as atividades com conteúdos audiovisuais; melhor a experiência de aprendizes visuais, e agrega melhor o conteúdo digital ao mundo real.

O impacto da AVR no ensino ainda não pôde ser sentido em toda sua extensão, já que a relação é recente, e ainda predomina a pedagogia tradicional - que consiste na transmissão de conteúdo por parte do educador e na memorização por parte do aluno. A imersão e a interação da realidade virtual aplicadas à teoria fazem com que os estudantes sejam estimulados e motivados a buscar a prática. 

A UPTIME possui atualmente mais de 200 unidades espalhadas pelo Brasil. A marca também está se expandindo internacionalmente, e abriu neste ano uma escola em Portugal. “Nosso foco é a expansão do negócio UPTIME para cidades onde ainda não há nenhuma unidade. Mossoró está entre as cidades de interesse e estamos em busca de novos parceiros franqueados.” afirma Flávio Amaral. A escola ganhou o título de Melhor Franquia no segmento de ensino de idiomas, em 2017, pela revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios – pela quarta vez em oito anos. A Associação Brasileira de Franchising já deu seu selo de excelência à empresa por 12 anos consecutivos.    

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Atualizada às 15h35 de 16/10/2017

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