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Política
Armado, deputado critica Lula e desafia a ir à sua casa
Publicado: 00:00:00 - 08/04/2022 Atualizado: 23:49:16 - 07/04/2022
O deputado estadual Coronel Azevedo (PL) elevou o tom das críticas ao ex-presidente Lula. Em entrevista ao Tribuna Livre, da Jovem Pan News Natal (93,5 FM), ontem, o parlamentar comentou declarações do ex-presidente. Azevedo definiu Lula como "bandido, cachaceiro, desordeiro" e, com arma em punho, o desafiou a ir até sua casa ou ao gabinete na Assembleia Legislativa.

Reprodução/Jovem Pan News
Coronel Azevedo recomendou ‘tratamento’ ao ex-presidente Lula

Coronel Azevedo recomendou ‘tratamento’ ao ex-presidente Lula


A declaração de Lula ocorreu em evento da Central Única dos Trabalhadores (CUT), na segunda-feira (4), quando o ex-presidente sugeriu que a militância sindical procure deputados e seus familiares na casa deles para pressionar a favor de propostas que interessam ao setor em um eventual governo petista, a partir de 2023.

"Se a gente mapeasse o endereço de cada deputado e fossem 50 pessoas na casa, não é para xingar não, é para conversar com ele, com a mulher dele, com o filho dele, incomodar a tranquilidade dele, surte muito mais efeito do que fazer a manifestação em Brasília", disse o ex-presidente.

Para Coronel Azevedo, que é defensor da candidatura de Jair Bolsonaro, a declaração foi "mais um marco deplorável do ex-presidente". Com uma arma em punho, Azevedo desafiou o ex-presidente.

"Lula, vá se tratar. E se for na minha casa, está aqui pra você. Estou aqui lhe esperando. Bandido cachaceiro e desordeiro, rapaz. Não é insuflando as pessoas que você vai ganhar os votos não. Vá abraçar o povo e deixe de fazer festa em ambiente fechado", disse o deputado.
Ontem, o ex-presidente Lula  classificou a sugestão dada por ele para que apoiadores mapeiem o endereço dos parlamentares para "incomodar a tranquilidade deles". 

"Eu acho que é muito engraçado as pessoas tratarem uma sugestão que fazia quando era dirigente sindical como se fosse uma anormalidade. Eu fui presidente da República por oito anos. Muitas vezes eu cheguei no Palácio da Alvorada de madrugada e tinha gente esperando para reivindicar alguma coisa. Eu parava para conversar", disse o ex-presidente em entrevista à Rádio Jangadeiro de Fortaleza.

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