Articulação complexa

Publicação: 2018-05-17 00:00:00 | Comentários: 0
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A formação das alianças para a chapa majoritária (governador e senador) envolve complicadas articulações que não podem desprezar os atuais deputados. A maioria destes parlamentares pretende concorrer à reeleição. Neste caso, o partido terá que levar em consideração a implicação de uma coligação. Se notar ameaça, a tendência será evitar uma aliança que coloque em risco ainda maior as reeleições de parlamentares que hoje estão com mandatos.

Mobilização
O PR vai fazer o Encontro Regional do partido para o Médio e Alto Oeste. A reunião será a partir do próximo sábado.

Saúde
A situação dos hospitais regionais foi tema de uma audiência pública  na Assembleia Legislativa.

Bolsonaro em Natal
O pré-candidato a presidente da República, Jair Bolsonaro, estará hoje, em Natal. Ele tem uma programação que começa às 17 horas, no Palácio dos Esportes, onde vai falar para apoiadores. Depois, segue até a FIERN, onde deve conceder uma entrevista coletiva e, depois, fazer um discurso para empresários do setor industrial.

Carreata suspensa
O Ministério Público Eleitoral conseguiu suspender uma carreata que seria realizada no último fim e semana, no município de Goianinha, em prol da possível candidatura do deputado federal Jair Messias Bolsonaro à Presidência da República. O Tribunal Regional Eleitoral acatou o pedido de suspensão, que apontou não ter começado o período de campanha.

Alegações
Ao pedir a proibição de carretada, o Ministério Público eleitoral alegou que a propaganda de candidatos só é permitida após o dia 15 de agoto, do ano da eleição.

Manifesto do centro
Em uma tentativa de evitar a fragmentação dos partidos do "centro" na eleição presidencial, lideranças de PSDB, DEM, MDB e PTB uniram esforços para articular um palanque único na disputa. O movimento conta com a chancela do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. FHC, o chanceler Aloysio Nunes Ferreira (PSDB), o senador Cristovam Buarque (PPS-DF) e o deputado Marcus Pestana (MG), secretário-geral do PSDB, são os primeiros signatários do manifesto intitulado "Por um polo democrático e reformista", que será lançado em um evento na última semana de maio. O documento defende uma "urgente unidade política nas eleições".

Complexa e indecifrável
Um manifesto de partidos do centro afirma que essa eleição será a mais "complexa e indecifrável" desde a redemocratização. O texto alerta, sem citar nomes, para o risco de uma disputa polarizada entre um candidato de esquerda e o deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ), que lidera as pesquisas de intenção de voto no cenário sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "À direita, se esboça o surgimento inédito de um movimento com claras inspirações antidemocráticas. À esquerda, um visão anacrônica alimenta utopias regressivas de um socialismo autoritário", diz o documento. Em outro trecho, o texto afirma que a união das forças do "polo democrático" é essencial para que o futuro "não seja espelhado em experiências desastrosas como a vivenciada pelo povo venezuelano".

Defesa da reforma
O manifesto dos candidatos de centro também prega a reforma previdenciária, "descentralização radical", com fortalecimento do poder local, e uma mudança estrutural no sistema tributário que promova o ajuste fiscal sem aumentar impostos.

Tempo de TV
O Podemos e o PP se uniram em uma ofensiva jurídica para que a distribuição do tempo de TV às legendas no horário eleitoral gratuito na campanha não tenha como critério o tamanho das bancadas eleitas em 2014, como prevê a regra atual, destacou o jornal O Estado de S. Paulo. A estratégia ocorre em duas frentes: uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) apresentada no Supremo Tribunal Federal e uma consulta formal ao Tribunal Superior Eleitoral, o que obriga a Corte a se manifestar sobre tema.

Agressor é preso
O ex-vereador de Diadema (SP) Manoel Eduardo Marinho, o "Maninho do PT", e seu filho Leandro Eduardo Marinho, acusados de tentativa de homicídio do empresário Carlos Alberto Bettoni, na noite de 5 de abril, em frente o Instituto Lula, na zona sul da capital paulista, se apresentaram ao Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoas (DHPP) pouco antes do meio-dia desta quarta-feira, 16. "Maninho do PT" e Leandro tiveram a prisão preventiva decretada na sexta-feira, 11, pela 1ª Vara do Júri do Foro Central Criminal. Eles estavam foragidos. Na noite de 5 de abril, Bettoni foi agredido pelos petistas logo depois de o juiz federal Sérgio Moro ter decretado a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na Operação Lava Jato. O empresário bateu a cabeça na lateral de um caminhão e foi hospitalizado. Com traumatismo craniano, Bettoni ficou internado por vários dias.


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