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Associação Médica do RN apresenta estudos e defende que Ivermectina reduz risco de morte por Covid
Publicado: 09:11:00 - 10/02/2021 Atualizado: 11:16:48 - 10/02/2021
A Associação Médica do Rio Grande do Norte (AMRN) voltou a defender, nesta terça-feira (9), o uso da Ivermectina no tratamento profilático e precoce contra a Covid-19. A entidade apresentou o resultado de estudos que, segundo a Associação, referendam a opinião. De acordo com os números apresentados, 265 cientistas estão trabalhando em 37 ensaios clínicos utilizando o fármaco. A própria fabricante da Ivermectina, no entanto, diz que o medicamento não tem eficácia comprovada contra a doença, assim como a Organização Mundial de Saúde (OMS) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Divulgação
Associação Médica do RN defende uso da Ivermectina na prevenção da Covid-19

Associação Médica do RN defende uso da Ivermectina na prevenção da Covid-19


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De acordo com os médicos que apresentaram os estudos, 10.509 pacientes participaram desses cenários, que teriam apontado benefícios da droga, reduzindo em 78% o risco de morte nos grupos que utilizaram o medicamento. Os trabalhos, segundo a Associação, são revisados, atualizados e divulgados diariamente e podem ser acompanhados pelo site www.c19study.com.

O debate realizado no auditório da AMRN contou a participação de Iara Marques (Infectologista); Marcelo Cascudo (Cirurgião Cardiovascular e Presidente da AMRN); Marcos Leão (Hematologista); Fernando Suassuna (Infectologista); Geraldo Ferreira (Presidente Sinmed); Roberta Lacerda (Infectologista); e Luiz Alberto Marinho (Infectologista).

“Os estudos ajudam a clarear e comprovam aquilo o que nós estamos vendo diariamente, mostrando a eficácia da Ivermectina no tratamento da doença, evitando a evolução para estágios mais graves, internamentos e, principalmente, mortes. É fundamental que a comunidade médica se una, aprofunde e conheça esses estudos para que mais vidas possam ser salvas", destacou o médico infectologista Fernando Suassuna.

A infectologista Roberta Lacerda destacou ainda que os estudos envolvendo a Ivermectina seguirão e serão ampliados. “As Universidades de Oxford e Liverpool empreenderão um ensaio clínico randomizado não para saber se a Ivermectina é eficaz. Isso já se sabe. Esse trabalho servirá para apontar qual a dose e a frequência do uso da droga, mas ela mostrou benefícios comprovado na fase inicial, fase inflamatória e na fase grave com internação e necessidade do uso de ventilação mecânica. De posse desses estudos, será possível empreendermos uma verdadeira modificação nas políticas de saúde do mundo todo”, destacou ela.

Veja opiniões dos membros da Associação Médica do RN aqui.

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