Atividade econômica subiu 0,89% em 2019, diz Banco Central

Publicação: 2020-02-15 00:00:00 | Comentários: 0
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O Índice de Atividade do Banco Central (IBC-Br) acumulou alta de 0,89% no acumulado de 2019, informou nesta sexta-feira, 14, o Banco Central (BC). O porcentual diz respeito à série sem ajustes sazonais. Conhecido como uma espécie de “prévia do BC" para o Produto Interno Bruto (PIB), o IBC-Br serve mais precisamente como parâmetro para avaliar o ritmo da economia brasileira ao longo dos meses.

Créditos: Valter CampanatoMinistro da Economia, Paulo Guedes, acumula declarações polêmicas e disse, em evento, que usou termos da época de professorMinistro da Economia, Paulo Guedes, acumula declarações polêmicas e disse, em evento, que usou termos da época de professor


A projeção do BC para a atividade doméstica em 2019 é de avanço de 1,2%. Para 2020, a estimativa é de 2,2%. Os dados do PIB de 2019 serão divulgados apenas no início de março, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Após recuar 0,11% em novembro (dado revisado), a economia brasileira teve novo resultado negativo em dezembro de 2019. Segundo o Banco Central, o IBC-Br caiu 0,27% em dezembro ante novembro, na série com ajuste sazonal. Foi o segundo recuo mensal consecutivo.

Trimestres
O Banco Central informou nesta sexta-feira, 14, que seu Índice de Atividade (IBC-Br) registrou alta de 0,46% no acumulado do quarto trimestre de 2019, na comparação com os três meses anteriores (julho a setembro), pela série ajustada.

O indicador do quarto trimestre de 2019 ante o terceiro trimestre mostrou desempenho abaixo do apontado pela mediana (alta de 0,50%) das previsões de analistas do mercado financeiro ouvidos pelo jornal O Estado de São Paulo (+0,20% a +0,80% de intervalo).

O BC informou ainda que o IBC-Br acumulou alta de 1,36% no quarto trimestre de 2019 ante o mesmo período de 2018, pela série sem ajustes sazonais.

O indicador do quarto trimestre de 2019 ante o mesmo período de 2018 também mostrou desempenho abaixo do apontado pela mediana (alta de 1,40%) das previsões de analistas do mercado financeiro ouvidos pela reportagem (+1,00% a +1,70% de intervalo).

A média móvel trimestral do IBC-Br teve baixa de 0,07% em dezembro, na série com ajuste sazonal. Em novembro, o indicador havia registrado alta de 0,18% e, em outubro, avanço de 0,35%. Bastante observada pelos economistas do mercado financeiro, a média móvel do IBC-Br costuma ser usada como indicativo de tendências para o índice.

O porcentual divulgado nesta sexta refletiu a comparação entre o trimestre encerrado em dezembro e o trimestre encerrado em novembro.

O Banco Central revisou dados de seu IBC-Br na margem, na série com ajuste. O IBC-Br de novembro foi de alta de 0,18% para queda de 0,11%, enquanto o índice de outubro passou de alta de 0,09% para alta de 0,18%.

No caso de setembro, o índice foi de alta de 0,44% para alta de 0,46%. O dado de agosto passou de elevação de 0,35% para aumento de 0,41% e o de julho foi de queda de 0,13% para recuo de 0,22%.  O IBC-Br serve mais precisamente como parâmetro para avaliar o ritmo da economia brasileira ao longo dos meses, destaca o Banco Central.







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