Ausência de planejamento

Publicação: 2019-06-07 00:00:00 | Comentários: 0
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A Secretaria estadual de Saúde Pública (Sesap) não apresentou, até agora, um planejamento que tranquilize a população e as entidades que representam profissionais de saúde com relação à desativação do Hospital Ruy Pereira. Trata-se de um hospital que o próprio governo vinha destacando como fundamental para desafogar o “Walfredo Gurgel”. O “Ruy Pereira” está instalado em um local com contrato de locação para o Estado até o fim de agosto. Mas a Sesap não divulgou qualquer solução. A unidade é referência em cirurgias vasculares e principal destino de pessoas em tratamento para problemas como o “pé diabético”, com 80 leitos de enfermaria e dez de UTI.

Saúde em risco
Um dia após a sabatina do secretário Cripiano Maia de Vasconcelos, na Comissão de Saúde da Assembleia, os deputados Galeno Torquato (PSD), Getúlio Rêgo (DEM) e Eudiane Macedo (PTC) fizeram uma visita técnica ao Hospital Estadual Ruy Pereira. “Fechar uma unidade de saúde é muito complicado. Avaliamos a estrutura e, por mais precária que esteja, é onde funciona a parte vascular aqui do estado. Os leitos estão praticamente todos ocupados e o centro cirúrgico está funcionando, então a Secretaria de Saúde tem que avaliar e discutir melhor perante a direção do hospital essa decisão”, avaliou o deputado estadual e presidente da Comissão de Saúde, Galeno Torquato.

Difícil aplicação
A Câmara Municipal decidiu incluir no projeto de lei que regulamenta o serviço de aplicativo de transporte, como Uber e 99, a exigência para que apenas motoristas que residem na cidade prestem o serviço. Resta saber como vão fazer para garantir a aplicabilidade deste exigência. Como o serviço é por aplicativo, é provável não se tenha como fiscalizar essas regra.

Galeria tumultuada
Durante a votação, ontem na Câmara Municipal, das emendas ao projeto de lei que regulamenta os aplicativos de transporte, houve momentos tensos e tumultuado nas galerias, com bate-boca entre taxistas e motoristas que prestam serviços por aplicativos.

Manutenção da bancada
A decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ao rejeitar o agravo regimental do ex-deputado Fernando Mineiro, confirma a validade dos votos de Kerinho e indicam que a tendência é não haver mais mudanças na lista dos oito deputados federais que integram a bancada federal do RN. Com a decisão, o deputado Beto Rosado permanece no exercício de mandato na Câmara.

Saúde mental
O deputado Vivaldo Costa (PSD) fez um apelo para que o Governo do Estado contrate psiquiatras para os hospitais públicos do Estado. O parlamentar, que também é médico, disse que falta treinamento para que as equipes de saúde possam atender emergências psiquiátricas nestas unidades. “Eu faço aqui um clamor para que possamos tratar aquelas pessoas que surtam ou estão com depressão, ou até mesmo que tentam suicídio. Infelizmente, os nossos hospitais regionais, além de não possuir psiquiatras, suas equipes de saúde não estão preparadas para atender estes pacientes numa urgência”, disse o deputado.

Decisão judicial
O presidente da República em exercício, Hamilton Mourão, afirmou que o ministro da Economia, Paulo Guedes, fez uma "peregrinação" nos gabinetes dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) para defender posição favorável à venda de subsidiárias de estatais sem autorização do Legislativo. "O ministro Paulo Guedes foi aos gabinetes do STF, mostrando a nossa posição", contou Mourão a jornalistas durante o julgamento do STF que analisa a questão. Ele disse temer que uma decisão contrário do Supremo provocasse insegurança jurídica para o programa de privatizações do governo federal.

Exoneração no IBGE
O corte no questionário do Censo Demográfico, que vai a campo no País em 2020, provocou ntem uma manifestação de servidores públicos, políticos e ex-presidentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Quatro servidores em posições de chefia entregaram nesta quinta-feira seus cargos em protesto contra a forma como a atual direção vem conduzindo os preparativos para o levantamento censitário.

Investigação arquivada
O corregedor nacional de Justiça, ministro Humberto Martins, ratificou decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) e mandou arquivar pedido para investigar o atual ministro da Justiça, Sergio Moro, quando ele era juiz titular da 13ª Vara Federal de Curitiba. O procedimento foi aberto após o recebimento de denúncia anônima pela Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos, em defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, apontando suposta agressão institucional do ex-magistrado, que teria inviabilizado a defesa de Lula e o condenado sem provas. Para o TRF-4, a denúncia trouxe apenas alegações genéricas.






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