Brasil tem a quarta gasolina mais cara da América Latina, mostra pesquisa

Publicação: 2020-02-28 00:00:00
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O Brasil tem a quarta gasolina mais cara da América do Sul, segundo estudo divulgado nesta quinta-feira, 27, pela Cuponation, plataforma de descontos online da alemã Global Savings Group baseado em informações do Numbeo, banco de dados global de preços que realizou uma pesquisa no começo de 2020 com 100 países.

Créditos: Adriano AbreuNo mundo, o Brasil ocupa o 60º lugar no ranking. Arábia Saudita tem a gasolina mais barataNo mundo, o Brasil ocupa o 60º lugar no ranking. Arábia Saudita tem a gasolina mais barata


O preço da gasolina brasileira (R$ 4,45/litro) só não é mais cara que do Uruguai (R$ 6,27/l), do Peru (R$ 4,89/l) e do Chile (R$ 4,47/l).

No mundo, o Brasil ocupa o 60º lugar no ranking da Cuponation.

Na avaliação global, o preço mais caro da gasolina foi registrado em Hong Kong (R$ 9,69/l), seguido da Palestina (R$ 8,32/l) e Israel (R$ 8,05/l).

Por outro lado, sem nenhuma surpresa, a Arábia Saudita é o país que cobra mais barato pela gasolina (R$ 1,78/l), o mesmo cobrado no Cazaquistão. Em terceiro lugar ficou o Egito, com R$ 2,13/l. A Venezuela não entrou na pesquisa.

“Apesar do nosso País não possuir a gasolina mais cara do mundo, um ponto importante a ressaltar é que a população brasileira está deixando cada vez mais de usar o próprio carro - não somente pelo valor do combustível, mas também pelo estresse e tempo perdido no trânsito", avaliou o Cuponation.

Petrobras
A Petrobras informou nesta quinta-feira, 27, que iniciou um Teste de Longa Duração (TLD) de 180 dias em águas profundas no campo de Farfan, na bacia Sergipe-Alagoas, localizado a cerca de 70 quilômetros da costa de Sergipe. O TLD de Farfan é o primeiro que será realizado em águas ultraprofundas no Nordeste.

Segundo a estatal, o poço está localizado em lâmina d'água de aproximadamente 2,5 mil metros, “sendo o mais profundo que a Petrobras já colocou para produzir no Brasil".

Os TLDs são importantes para comprovar a qualidade do reservatório e definir os futuros projetos de desenvolvimento da produção. Durante o Plano de Avaliação da Descoberta (PAD) foi identificado “óleo de excelente qualidade", informou a empresa.

As informações técnicas coletadas durante a fase de testes darão suporte para definir os próximos passos do projeto Sergipe Águas Profundas - Módulo 1 (SEAP 1), do qual Farfan faz parte. Nesta fase, a produção é iniciada em caráter de teste, sem fins comerciais.

A produção média prevista durante a realização do teste será de aproximadamente 7 mil barris de óleo por dia e 500 mil m³ por dia de gás associado, sendo uma parcela consumida como combustível no próprio FPSO.

A FPSO responsável pelo teste, Cidade de São Vicente, foi ancorado no local no final de 2019.






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