Café Filosófico estreia série e nova apresentadora

Publicação: 2019-11-29 00:00:00 | Comentários: 0
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A partir deste domingo (1º/12), o Café Filosófico ganha nova apresentadora, a atriz Flávia dos Prazeres, que comandará o programa ao lado de Kiko Bertholini, à frente da atração desde 2018, e estreia a série O Começo da Vida, com o episódio Os Primeiros 1000 Dias de Vida, com o pediatra José Martins Filho.

A partir deste domingo, Flávia dos Prazeres comanda a atração, ao lado de Kiko Bertholini e a série “O Começo da Vida”
A partir deste domingo, Flávia dos Prazeres comanda a atração, ao lado de Kiko Bertholini e a série “O Começo da Vida”

O programa abordará do momento em que uma nova vida humana é gerada, até o momento em que ela se incorpora ao convívio social. O que acontece com as funções neurológicas, cognitivas e emocionais deste novo ser? Como a biologia, a genética e a sociedade preparam esta nova vida para entender e aprender do mundo? Para conviver e para sentir? Cuidados físicos, amamentação, afeto. São muitos os alimentos necessários para um bebê em desenvolvimento. Os primeiros mil dias de vida são reconhecidos atualmente como um período fundamental para repercussões por toda a vida.

Os próximos três episódios da série O Começo da Vida serão transmitidos nos domingos (8, 15 e 22/12), abordando os temas: Escutemos as Crianças, Saúde e Inclusão Social e A Importância do Brincar, respectivamente.
O Café Filosófico é exibido pela TV Cultura todos os domingos, às 19h, com reapresentação às terças, às 22h45.

Sobre Flavia dos Prazeres
Carioca da Penha, Flávia atua desde os 10 anos de idade e exerce a profissão de apresentadora há cinco. Atualmente, cursa o segundo ano da Escola de Arte Dramática da ECA-USP. Também já trabalhou no teatro ao lado de nomes como Ana Kfouri, Marcelino Freire, Milton Nascimento, Cidinha Silva e muitos outros. Já no cinema, atuou nos longas metragens Mare Nostrum e Amanda.

Choro é reverenciado em concerto do Partituras
Outra novidade no domingo , também na mesma emissora, é o Partituras  com o “Choro Sinfônico”, apresentado pela Orquestra Sinfônica Brasileira em parceria com a Casa do Choro. Exibido pela TV Brasil às 12h30, o recital realizado no Theatro Municipal do Rio de Janeiro também está disponível no aplicativo EBC Play.  

Exibido domingo, recital interpretado pela Orquestra Sinfônica Brasileira tem regência de Lee Mills
Exibido domingo, recital interpretado pela Orquestra Sinfônica Brasileira tem regência de Lee Mills

Sob a batuta do maestro Lee Mills, a OSB executa desde os clássicos de Pixinguinha, até estreias mundiais de choros em versões sinfônicas.

Desde o século XIX, é comum observar uma intercessão entre o choro e a música de concerto. Ao longo do século XX, compositores como Villa Lobos, Radamés Gnattali e Guerra-Peixe beberam na fonte do choro em suas obras nacionalistas.

De acordo com Paulo Aragão, um dos diretores da Casa do Choro e compositor presente no programa, a ideia é levar ao palco obras que foram compostas ou arranjadas para orquestra sob a influência do choro. “Usamos o formato sinfônico para escrever e arranjar as peças que serão apresentadas pela OSB. É música popular orquestral”, explica.

Para abrir o concerto, a orquestra apresenta “Boi no Telhado”, do francês Dario Milhaud. Peça mais antiga do programa, foi composta há exatos cem anos, depois de o compositor regressar de um período de três anos no Brasil onde conviveu com artistas locais e recebeu influências da música brasileira.

 Em seguida a OSB executa “Manguaceira”, polca do compositor e bandolinista Marcílio Lopes, apresentada pela primeira vez em versão sinfônica. “Três Cenas Populares para Clarinete e Orquestra”, de Paulo Aragão, dá continuidade à apresentação com um solo do clarinetista Cristiano Alves.

Destaques da TV

Estreia da série “O Reino do Lobo Branco”
National Geographic Wild, 23h20
Impregnado de lendas, mitos e medos, o lobo é um ser incompreendido desde a época dos contos de fadas. Muitas vezes descrito como uma criatura do pesadelo, ele continua sendo considerado um animal misterioso e ilusório. Atualmente, a maioria dos lobos sente medo e desconfiança do homem.  A série oferece uma janela sem precedentes para a vida dos lobos em sua verdadeira natureza: poderosa, divertida e muito próxima. 


Série com Richard Gere, 'MotherFatherSon' estreia no Globoplay
Mais uma produção da BBC chegou ao catálogo do Globoplay. Trata-se da série inédita MotherFatherSon. Composta por oito episódios, atração conta com o ator Richard Gere no elenco. Com texto do escritor, roteirista e produtor Tom Rob Smith, traz a história de Max (Gere), que luta para preservar seu império de comunicação, em um período turbulento do país e diante da grave doença do filho Caden (Billy Howle). 

Estreia hoje a série “Entre Irmãs” 
Canal Brasil, 22h30
 “Entre Irmãs” é uma adaptação para a TV do filme homônimo, dirigido por Breno Silveira, com roteiro de Patrícia Andrade e elenco formado por Marjorie Estiano, Nanda Costa, Júlio Machado, Rômulo Estrela, Ângelo Antonio, Letícia Colin – e que, por sua vez, é uma adaptação do romance de Frances de Pontes Peebles, “A Costureira e o Cangaceiro”. A história parte de Emília e Luzia que nasceram no agreste pernambucano na década de 1930.

Padre Brown chega para a 6ª temporada
TV Cultura, 19h45
Estreia a sexta temporada da série Padre Brown, produzida pela BBC. No primeiro episódio, um corpo é identificado como Scarlett Dreyfuss, uma mulher que desapareceu após o ensaio de Chapeuzinho Vermelho, em 1946, abrindo um caso de sete anos. Quando o post mortem de Scarlett é entregue, o inspetor Mallory percebe que a confissão de seu suposto assassino, o gentil gigante Benny, é um monte de mentiras. 

Todas as Bossas recebe o Sambaranda
Tv Brasil, 22h30
O Todas as Bossas encerra sua terceira temporada com o show do Sambaranda. Formado por jovens cantores, o grupo vocal a capela tem surpreendido o público e a crítica com arranjos ousados e forte influência do jazz para o melhor da música brasileira. No palco, os artistas interpretam canções de seu primeiro disco, “Delírios - Vol. 1”, ganhador do Prêmio Contemporary Acappella Recording Awards (CARA) na categoria Melhor Álbum de Jazz, em 2017. 




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