Câmara define cidades-sede

Publicação: 2010-12-24 00:00:00 | Comentários: 0
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Para discutir a sustentabilidade ambiental, social e econômica da Copa do Mundo 2014, que visa atingir a meta da FIFA de realizar no Brasil a  COPA VERDE, o Ministério do Esporte, Ministério do Meio Ambiente e a  Câmara Temática Nacional de Meio Ambiente e Sustentabilidade para Copa  2014 promoveram o Seminário Nacional Agenda de Meio Ambiente e Sustentabilidade, no Rio de Janeiro, no período de 15 a 16 deste mês.

O Rio Grande do Norte foi representado pela procuradora do Estado, Marjorie Madruga, membro da Comissão Jurídica da Copa 2014 e da Câmara  Temática Nacional de Meio Ambiente e Sustentabilidade da Copa 2014.

 Durante dois dias foram apresentados projetos consistentes como “Copa  Orgânica” do MMA/MA/MS, “Estratégias para a mobilidade e circulação  sustentáveis”, “Qualificação dos equipamentos urbanos e acessibilidade”,  “Melhoria de infraestrutura de comércio e serviços”, “Melhoria dos  serviços de saneamento”, “Incentivo ao uso racional da água” e  “Qualificação dos espaços verdes urbanos”. Todos os projetos tocam no  desafio de promover sustentabilidade na Copa 2014.

 As discussões giraram em torno dos seguintes pontos: como a Copa pode  fortalecer e melhorar a infraestrutura das cidades-sede e seu entorno;  como combater o aquecimento global,  entre outros.

 Na visão da procuradora Marjorie Madruga, o encontro se revelou um  importante fórum de discussão e, principalmente, de encaminhamentos dos  principais aspectos de sustentabilidade da Copa do Mundo de 2014, bem  como de troca de experiências entre os estados e cidades-sedes.   “A questão ambiental no mundo contemporâneo deixou  de ser despesa para ser investimento. E é este o olhar que  obrigatoriamente o Poder Público deve ter para esta questão, sob pena de  perder espaço”, analisa Marjorie.  A Câmara também deliberou sobre o Projeto “Parques da Copa”,  apresentado pela CTMAS/ME em agosto passado. As Unidades de Conservação  dos estados-sede da Copa 2014 que receberão recursos da União (R$ 124  milhões) para vitalização, aperfeiçoamento e gestão, foram eleitas. Segundo Marjorie Madruga,  “Lamentavelmente, o Rio Grande do Norte, mais uma vez, deixou de ser  beneficiado.

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