Campanhas defendem voto útil contra extremos

Publicação: 2018-09-14 00:00:00 | Comentários: 0
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São Paulo (AE) - Os candidatos empatados em segundo lugar na disputa pela Presidência decidiram antecipar a estratégia do voto útil e passaram a recorrer à tática do medo para assegurar uma vaga na próxima etapa da campanha, destaca o jornal O Estado de S. Paulo. Com a percepção de que Jair Bolsonaro (PSL) caminha para garantir lugar no segundo turno, Geraldo Alckmin (PSDB), Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede) modularam nos últimos dias o discurso de desconstrução dos adversários, muitas vezes associando a imagem deles a outros rivais.

Geraldo Alckmin reafirma discurso contra a radicalização
Geraldo Alckmin reafirma discurso contra a radicalização

A ex-ministra do Meio Ambiente de Lula, que foi filiada ao PT por 30 anos, insiste no discurso de mulher, mãe, negra, de origem humilde, num aceno claro ao eleitorado lulista, mas passou a centrar críticas ao novo candidato petista. "O Haddad terá que responder por que, nos anos de governo Dilma-Temer, o Brasil acabou com as coisas boas que o governo do PT tinha feito", afirmou nesta quarta, durante agenda em Belo Horizonte.

Também cumprindo agenda na capital mineira, Alckmin foi questionado sobre como atrair votos de eleitores de João Amoêdo (Novo), Henrique Meirelles (MDB) e Alvaro Dias (Podemos). A campanha tucana precisa do voto útil dos três adversários que se situam no campo ideológico da centro-direita e arregimentar até os menos fiéis seguidores de Bolsonaro.







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