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Publicação: 2020-01-01 00:00:00
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Além do riso

Créditos: DivulgaçãoDébora LammDébora Lamm

Presença bissexta em novelas, Débora Lamm sempre teve dificuldades de se comprometer com trabalhos de longa duração. Nos últimos anos, dirigiu, atuou e viajou com diversos espetáculos pelo país. Com a agenda cheia, ela sempre tenta privilegiar produções que não exijam tanto tempo de dedicação, como suas recentes participações no "Zorra" e em "Malhação - Vidas Brasileiras". Um convite sedutor e carregado de história, entretanto, fez Débora acertar sua volta aos folhetins em "Amor de Mãe", onde interpreta a realista Miranda. "Conheço a Manuela (Dias, autora) desde que a gente era adolescente. Um belo dia ela me ligou e disse que tinha feito uma personagem para mim. Como é que vou recusar o convite de uma amiga para fazer um projeto lindo às nove da noite? Revi minha agenda e estou inteira na novela", detalha a atriz, cujo a última personagem fica em folhetins foi em "Geração Brasil", de 2014. Com séries de humor como "Cilada" e "Juntos e Misturados" no currículo, Débora acabou sendo vista pelo grande público de tevê como uma atriz essencialmente cômica, algo que deve ser levemente modificado com "Amor de Mãe". "Não tenho problemas em ser ligada ao humor. Mas acho interessante mostrar que sei fazer outras coisas.  O texto da Manuela é extremamente realista, tanto que nem tem núcleo cômico. Para o ator, isso é muito impressionante", analisa. Aos 41 anos, Débora segue cheia de projetos e convites. Assim que "Amor de Mãe" chegar ao fim, ela tem um encontro marcado com uma das séries que mais marcaram sua carreira: "Cilada". Originalmente exibida pelo Multishow, o seriado de  humor assinado por Bruno Mazzeo terá uma nova temporada produzida pela plataforma Globoplay, uma década depois de seu cancelamento. "Adoro retomar personagens antigos. Isso é muito comum no teatro. É como voltar ao passado, mas com toda a bagagem adquirida ao longo dos anos. Será uma aventura deliciosa com certeza", torce.

Grana da vitória
Os tamborins já começaram a esquentar para o Carnaval e uma recente decisão entre a Globo e a Liga das Escolas de Samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro promete mudar muitas coisas no tradicional desfile realizado na Marquês de Sapucaí. O dinheiro pago pela Globo às agremiações sempre foi dividido de forma igual entre todas as Escolas. De acordo com um contrato assinado entre as partes, a partir de 2021, essa regra será substituída por uma divisão que privilegia as escolas que garantirem as melhores colocações, o que vai aumentar ainda mais os contrastes entre as escolas ricas e menos abastadas que cruzam a avenida do samba.
      
Guerra tecnológica
A chegada do serviço Disney + aos Estados Unidos vem trazendo dor de cabeça aos executivos da Netflix. A estreia da plataforma de “streaming” do estúdio foi valorizada por um catálogo vigoroso contendo todas as temporadas de “Os Simpsons”, e dois lançamentos poderosos: o “remake” em “live action” de “A Dama e o Vagabundo” e a série “The Mandalorian”, oriunda do universo de “Star Wars”. Em pouco mais de um mês, o serviço já chegou a impressionante marca de 25 milhões de assinatura. No Brasil, a estreia do Disney + acontece apenas em novembro do ano que vem.
      
Na correria
A equipe de “Amor Sem Igual”, nova novela da Record vive entre a celebração e o desespero. O terceiro folhetim seguido de Christianne Fridman vai indo bem na audiência e dá continuidade ao trabalho realizado pelo setor da teledramaturgia da Record, que insistiu em ter uma novela batendo com o Jornal Nacional. No entanto, a frente de capítulos continua deficitária. Desde a estreia, a trama sofre com um roteiro de gravações apertados e capítulos sendo finalizados pouco antes de ir ao ar. Boa parte do elenco e da equipe técnica não teve recesso de final de ano. Tudo para que a trama entre em 2020 com mais folga.

Destino certo
A saída repentina de Larissa Manoela do SBT deixou os executivos da emissora atordoados. Mesmo assim, há quem defenda a jovem atriz por conta do respeito que ela teve de esperar seu contrato terminar e, aí sim, dizer que não gostaria de renová-lo. Apesar de não confirmar, já é certa a ida de Larissa para as novelas da Globo. Só que isso só poderá se realizar no final de 2020. Tudo por conta de um contrato da atriz com a Netflix, que termina em setembro.

Foi bem
Para Nanda Costa, a Érica de “Amor de Mãe”, da Globo. Com uma atuação cheia de nuances, a atriz situa sua personagem entre o orgulho e a paixão. É mais um papel que redime a atriz de fiascos do passado, como a Morena de “Salve Jorge”.

Foi mal   
Para o pouco investimento do SBT no “Programa da Maísa”. Após um início promissor, a produção trilhou o caminho da mesmice com personagens insossos e a mesma cenografia de gosto duvidoso.





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