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Política
Citado, PSDB nega relação com o episódio
Publicado: 00:00:00 - 24/05/2016 Atualizado: 23:30:21 - 23/05/2016
Brasília (AE) - Citado na conversa gravada entre o ex-ministro do Planejamento, Romero Jucá (PMDB-RR), e o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado (PMDB-CE), o PSDB, que comanda três ministérios na gestão interina de Michel Temer, reagiu de forma discreta e superficial para se posicionar diante da primeira crise do novo governo.

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Só depois de anunciada a exoneração de Jucá, o líder tucano na Câmara, deputado Antonio Imbassahy (BA), convocou a imprensa para dizer que a decisão dele de deixar o ministério foi “acertada”. “Era a decisão esperada. Ele vai ter a oportunidade de tomar conhecimento dos fatos e se defender”, afirmou. O líder tucano também defendeu a Operação Lava Jato, mas não mencionou as citações aos tucanos na gravação.

Em conversa ocorrida em março entre Machado e Jucá, revelada ontem, pelo jornal Folha de S.Paulo, o agora ex-ministro do Planejamento e senador diz que “caiu a ficha de líderes do PSDB” sobre o potencial de danos que a Operação Lava Jato pode causar em vários partidos.

“Caiu (a ficha). Todos eles. Aloysio (Nunes), José (Serra)”. Em seguida, Machado questiona se a ficha do senador Tasso Jereissati (CE) também caiu. “Também. Todo mundo na bandeja para ser comido.”

Em outro trecho, Machado cita nominalmente Aécio e diz que ele será “o primeiro a ser comido”. Em seguida, cita a campanha do atual senador para eleger-se presidente da Câmara, em 2001. “Quem não conhece o esquema do Aécio?(...) O que a gente fez junto, Romero, naquela eleição, para eleger os deputados, para ele (Aécio) ser presidente da Câmara?”.

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