Comidinha leve ao sabor havaiano

Publicação: 2018-03-09 00:00:00 | Comentários: 0
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Saudável, colorida, refrescante: a comida poke nasceu no Hawaii, mas bem poderia ter sido criada em qualquer ponto do litoral brasileiro. A saborosa e simpática mistura de frutos do mar crus e vegetais já saiu de suas praias originais e chegou como uma onda em várias partes do Brasil. O primeiro representante natalense é o Poti Poke, aberto em fevereiro, no Tirol. Comidinha leve que harmoniza bastante com o clima local.

Poke Aloha combina arroz Gohan, salmão, manga, abacate, cebola roxa, pepino, cebolinha
Poke Aloha combina arroz Gohan, salmão, manga, abacate, cebola roxa, pepino, cebolinha

Os sócios Thiago Naif e Ana Karina Galvão apostaram no poke pelo ineditismo em Natal e também pelas qualidades da iguaria.  Thiago conheceu o poke durante uma viagem à Califórnia em 2014. Já Ana Karina estava querendo trabalhar algo na área alimentícia, que fugisse do fast food calórico habitual. Então poke – leve, saboroso e descolado – surgiu como uma bela opção. “Pesquisamos, e viajamos até Recife para ver como funcionava”, diz Thiago.

Poke Aina acompanha camarão e alho poró, além dos ingredientes-base
Poke Aina acompanha camarão e alho poró, além dos ingredientes-base

O poke poderia ser definido como uma mistura do ceviche peruano com a cozinha japonesa. A palavra poke significa ‘corte’, pois é assim que os ingredientes são servidos (em cubos ou fatiados) nos potinhos. Thiago conta que o prato nasceu para atender às necessidades dos surfistas no Hawaii, que precisavam de algo rápido, saudável, e prático para comer na beira da praia. A base é o peixe cru (salmão ou atum), vegetais, e óleos de gergelim ou shoyu. Combinações diferentes também podem rolar.

Poti Poke tem ambiente descontraído e colorido. O espaço funciona na rua Souza Pinto, das 11h30 às 18h
Poti Poke tem ambiente descontraído e colorido. O espaço funciona na rua Souza Pinto, das 11h30 às 18h

No cardápio da Poti há sete opções – além daquelas que o cliente pode montar, escolhendo os ingredientes. As opções são as seguintes: o poke Aloha, com arroz Gohan, salmão, manga, abacate, cebola roxa, pepino, cebolinha, gergelim, e chips de batata doce; o pono, com atum; o aina, com camarão e alho poró; o poke Ohana, com salmão, atum, kani, alga nori; o mana (vegano), com shimeji; o sertanejo, carne de sol e tomate cereja, e a versão ‘kids’, com salmão maçaricado, cream cheese, gergelim e doritos.

Thiago Naif e Ana Karina Galvão. Eles conheceram a culinária poke quando visitaram a Califórnia
Thiago Naif e Ana Karina Galvão. Eles conheceram a culinária poke quando visitaram a Califórnia

Para montar o poke ao seu gosto pessoal, o cliente conta com muitas opções. Desde a proteína (salmão, atum, camarão, polvo, carne de sol e shimeji), molhos (tradicional, agridoce, teriaky e wasabi), e complementos (manga, abacaxi, abacate, gengibre, amendoim, cenoura, alho poró, alga nori, gergelim, etc.). Para beber, entre as opções tradicionais, tem a badalada kombucha, bebida de chá fermentado que tem feito a cabeça de muita gente adepta da alimentação saudável. “A gente percebeu que refrigerante sai bem pouco por aqui. Isso é um sinal de que a nossa clientela entende a proposta do que está consumindo”, afirma Ana.

A Poti Poke é uma casa simples e aconchegante, com espaço interno climatizado para 13 pessoas. Na calçada há mais algumas mesas e cadeiras.

Serviço:
Poti Poke. Rua Souza Pinto, 1072, Tirol. Aberto de segunda à sábado, das 11h30 às 18h30.


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