Como tudo começou

Publicação: 2014-07-20 00:00:00
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Everaldo Lopes [e_lopes@tribunadonorte.com.br]

Responda, caro leitor e você, leitora que também aprecia de vez em quando um bom futebol: segundo a Federação Internacional de Futebol Associação, a badaladíssima e milionária FIFA, são 186 os países inscritos na entidade, com a Alemanha abrindo as portas e a pequenina Ilhas Virgens Britânicas fechando, a cada dia mais se aproximando dos 200 países filiados. Quanto à madrasta – a FIFA, foi fundada em Paris, na data de 21/05/1904, com o nome pomposo de Fedèration Internationale de Football Association (Fifa). Uma ideia do holandês  Karl Hirschmann e de um francês,  Robert Guèrin. No primeiro momento, foram sete os fundadores e,lentamente, novos associados se aproximando. O Brasil somente chegou para associar-se em 1923.

Como tudo (2)

Garantida a fundação no distante 1904, em 2014 – 110 anos depois a “madrasta”  está mais do que consolidada, dona de milhões de dólares, euros e outras moedas valiosas, administrando patrimônio dos fantástico E pensar que um brasileiro – João Havelange dirigiu essa fortuna durante mais de 20 anos. Dizem até que a Fifa é mais poderosa do que a ONU (Organização das Nações Unidas). Exemplo dessa força foi dada agora na Copa 2014, quando praticamente exigiu que o governo brasileiro assumisse a construção das Arenas. A própria Fifa é quem dá as ordens, desde o alicerce até o último serviço que foi a instalação das arquibancadas móveis nas arenas.

Ilhas Virgens (2)
Alemanha, Argentina, Holanda, Brasil, Bélgica, Uruguai, Espanha, e segue a lista até chegar às modestas Ilhas Virgens Britânicas, totalizando  186 filiadas buscando disputar as eliminatórias, que já começam em  2016 visando a indicar as seleções disputantes que irão à Rússia. Da quente terra brasileira à gelada Rússia, hoje já não mais União Soviética. O todo-poderoso Putin é quem vai botar as cartas.

Ilhas Virgens (3)
A partir de agora já se começa a pensar nas eliminatórias do Mundial da Rússia já que a Fifa gosta de tudo garantido logo cedo. Não vai demorar muito e a Seleção Brasileira estará viajando para enfrentar os adversários do seu grupo. Aliás, leitor, quando é que veremos países como o Camboja, Montserra, Ilhas Salomão, Curaçao (não confundir com coração), Sri Lanka, Barbados, Bangadlesh, Suazilândia, Quirguizia e Tadjquistão  jogando na Arenas brasileiras?

Sufoco
Começo da Série “D” é sinal de vexame na maioria dos clubes disputantes. No RN, os “sofredores” são o Globo e o Baraúnas, ambos com estreia já para este domingo. O Globo tem uma administração bastante organizada, seus dirigentes não deixam faltar  nada. Já o Baraúnas, teve enorme dificuldade para completar seu novo elenco, como sempre. O time vai a Salgueiro, interior pernambucano tentar um milagre, já que os problemas são os mesmos: falta de recursos para investir no elenco.

Prestação de contas

Tendo atuado como organizador local dos serviços médicos na Arena das Dunas, o médico Maeterlinck Rego retorna do Rio, após reunir-se com os demais colegas que desempenharam esse serviço durante  a Copa 2014. Para o médico do América FC, a missão foi cumprida com êxito total, recebendo muitos elogios pela  forma como os atendimentos foram prestados. As reuniões aconteceram no Comitê Organizador Local, no Rio, no Pavilhão  um do Centro de Convenções Rio Centro.  

Vinte anos sem brilho Quatro dias antes dos alemães festejaram seu primeiro tetra, 20 anos atrás o Brasil era quem fazia a festa do seu (tetra), ao empatar com a Itália em 0x0 e decidir nos tiros livres, os pênaltis. A coluna aproveita e relembra o time de 94, talvez até bem melhor do que o deste 2014: Taffarel, Jorginho (Cafu), Aldair, Márcio Santos e Branco, Mauro Silva, Dunga e Mazinho, Zinho (Viola), Romário e Bebeto. Técnico, Parreira. A Itália perdeu nos pênaltis. O técnico derrotado era Arrigo Sacchi. Vinte anos  depois, o fiasco que o mundo inteiro viu  e uma Alemanha que surpreendeu. Felizmente, todos estão aí, vivos, alguns já aposentados, outros (no caso Parreira) sendo auxiliar técnico de Felipão, despedindo-se, para sempre, da seleção. É o que se presume.

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