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Negócios e Finanças
Confiança sobe mais
Publicado: 00:00:00 - 16/07/2021 Atualizado: 23:44:27 - 15/07/2021
Luiz antônio felipe 
laf@tribunadonorte.com.br

A Confederação Nacional do Comércio (CNC) garante que a confiança do comerciante brasileiro sobe novamente e volta à zona de satisfação. O indicador avança 11,7% em julho e indica perspectivas otimistas para o segundo semestre. Em comparação com julho de 2020, o crescimento foi ainda maior: 55,6%. O País atinge um novo patamar de confiança dos setores da economia. O resultado do comércio renova a tendência otimista vista em junho, quando o Icec registrou expansão mensal de 12,2% e encerrou um período de cinco quedas seguidas.

SUBÍNDICES 
Em julho, todos os componentes do Icec cresceram – o que não acontecia desde setembro de 2020. O destaque ficou por conta do indicador que avalia as condições atuais da economia, do setor e da empresa, que apresentou crescimento mensal de 29,2%, atingindo 81,5 pontos.

SEMINÁRIO
Dentro da Semana do Comerciante, a Fecomércio RN promove um debate gratuito online, hoje a partir das 19 horas. O debate hoje é com Marcelo Bandiero e Glebe Duarte. São vários temas em questão no seminário, como o futuro do comércio e o e-commerce. A expansão do comércio/serviços é determinando para o crescimento do PIB.

LEGISLAÇÃO
A Comissão de Orçamento de 2022 aprova a LDO com déficit de R$ 170 bilhões e fundo eleitoral recorde, um absurdo. Um dos pontos de crítica foi a ampliação dos recursos previstos para o fundo eleitoral, destinado aos partidos para financiamento de campanhas eleitorais, que chega a R4 5,7 bilhões.

MOEDAS 
A Opep vê a demanda de petróleo mundial atingir níveis pré-pandêmicos em 2022.  Ontem o  preço do petróleo (spot) recuou -1,26% fechando a U$ 71,63. O dólar em alta de + 0,70% a R$ 5,125. O euro em alta de +0,65%, fechando a R$ 6,054.  A bolsa em baixa de -0,88% a 127.275 pontos.

RESULTADO POSITIVO
O balanço semestral do setor têxtil e de confecção sinaliza retomada e riscos.Os indicadores demonstram início de recuperação, mas a conjuntura apresenta as ameaças de persistência da pandemia, instabilidade política, pressões inflacionárias e crise hídrica. O setor deverá fechar o ano com saldo positivo de 35 mil empregos, segundo a  Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit). Na comparação entre os primeiros cinco meses de 2021 e do ano passado, a produção têxtil avançou 36,3%, a do vestuário, 36,6% e o varejo de roupas teve expansão de 26,2%.

NÚMEROS 
No primeiro semestre, as importações cresceram 44,27% e as exportações, 20,41%, em relação a igual período de 2020. Nos últimos 12 meses, tendo como referência maio, a produção têxtil aumentou 15,6%, a do vestuário caiu 1,6% e o varejo de roupas sofreu recuo de 3,9%.

ENERGIA 
A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE divulga o ranking das regiões que mais demandaram eletricidade no Sistema Interligado Nacional (SIN). É liderado pelo Ceará (11,6%), Pará (10,3%), Espírito Santo (9,9%), Santa Catarina (9,9%) e São Paulo (9,6%). São as maiores altas no consumo de energia elétrica no primeiro semestre.

FÓRUM 
A Agência de Fomento do RN instala um posto de atendimento no Espaço Sebrae (Junta+Fácil RN), em Natal, atendo  de segunda à sexta, das 10h às 16h. São diversos serviços em funcionamento. Também foi criado um Fórum Estadual Permanente das Microempresas, das Empresas de Pequeno Porte e dos Microempreendedores Individuais do RN (FEMPE/RN).

IMUNIDADE 
A vacinação em massa é imprescindível para a retomada segura das atividades econômicas e sociais. Uma pesquisa mostra que os brasileiros estão mais conscientes, mas uma boa parte não quer se vacinar. Nove em cada dez pessoas consideram grave a situação da pandemia, segundo pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

RECICLAGEM 
Em 2020, a Tetra Pak Brasil reciclou 108 mil toneladas de embalagens, o equivalente a 43,7% de toda a sua produção. Para continuar crescendo, a empresa anuncia o projeto Rede Longa Vida, um sistema inédito de rastreamento das caixinhas coletadas e entregues à reciclagem.

REAJUSTE 
A redução de pouco mais de 8% nos valores dos planos individuais de saúde privados, não abala as finanças das operadoras. Deixaram de gastar muito nos 15 meses mais agudos da Covid-19 e ainda bateram recorde de contratos. O número de beneficiários de planos de saúde com dados de maio chegou a 48 milhões, 137.767 usuários, para assistência médica e 27 milhões, 681.068 em planos apenas odontológicos.









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