Conheça o SUV BMW X1 e saiba por que faz tanto "sucesso"

Publicação: 2017-10-07 00:00:00 | Comentários: 0
A+ A-
A BMW X1 mudou bastante em sua 2ª- geração. É como se duas pessoas diferentes vestissem a mesma fantasia e saíssem pelas ruas. Para saber quem é quem, só conhecendo a fundo.


Em um simples olhar, parece mais um facelift despretensioso externamente, mas na verdade o "BMW X1" mudou

As diferenças não são aparentes: nova plataforma, tração dianteira, mais alto, espaçoso e moderno. Ele  ficou mais sedutor, perdeu o jeitão de station wagon, que tinha nome chique de "crossover", e se tornou um autêntico SUV compacto.

Essa oportuna transformação fez com que o BMW "X1" se adequasse a uma fórmula que faz muito sucesso e funciona muitíssimo bem.

1) X1 sDrive20i GP 4x2
Itens de série: motor 2.0 TwinTurbo de 192 cv, faróis com tecnologia full-LED, retrovisor interno com função antiofuscante, sensor de chuva com acionamento automático dos faróis baixos, volante multifuncional revestido em couro, controle de cruzeiro com função de freio, sensor de estacionamento traseiro, ar-condicionado, faróis de neblina, sistema de navegação com tela de 6,5 polegadas, BMW Connected Drive, start-stop, freio de mão eletrônico, regeneração de energia de frenagem, 6 airbags, controle de estabilidade e tração, rodas de liga leve 18 polegadas com pneus runflat e estepe de emergência.


2) X1 sDrive20i X-Line 4x2
Itens de série: todos da versão anterior e acrescenta teto solar panorâmico, bancos esportivos com ajuste elétrico e memória, soleira na porta, abertura e fechamento automático do porta-malas, rodas de liga leve estilo Y-Spoke, detalhes cromados no exterior, ar-condicionado digital de 2 zonas.
3) xDrive25i Sport 4x4
Itens de série: motor 2.0 TwinTurbo com 231 cv, tração 4x4, interior com acabamento em alumínio escovado, rodas de liga leve de 19 polegadas e todos os demais equipamentos das versões anteriores


Exterior
Feita sob uma nova plataforma, a segunda geração do "X1" ficou 15 mm mais curta, porém ganhou altura (+53 mm) e largura (+23 mm). Mesmo com leve redução no entre-eixos, o espaço interior cresceu.

"A versão anterior era mais crossover, e a atual fica mais perto de um autêntico SUV", afirmou Emílio Paganoni, gerente de treinamento da BMW. Mesmo com a cara de utilitário, o novo formato reduziu de 0,33 para 0,28 o coeficiente aerodinâmico, que mede a capacidade de vencer a resistência do ar (quanto mais perto de zero melhor).


Interior
A parte interna também passou por uma mudança mais estrutural do que estética, basicamente por causa da mudança de tração traseira para dianteira, que não exige aquele túnel central que atrapalha quem vai atrás.

Segundo a fabricante, o vão entre as pernas e o encosto dos bancos dianteiros tem 74 mm a mais de distância. O porta-malas também cresceu 85 litros, passando a 505 litros de capacidade, ou 1.505 litros com os bancos rebatidos.


Mecânica
A grande polêmica aqui é a mudança de tração traseira para dianteira, por ser montado na mesma plataforma do Série 2 Active Tourer, que ficou com tarefa de ser a perua familiar da linha.

Os dois modelos compartilham diversas peças, desde o painel de instrumentos até o motor 2.0 TwinTurbo de 4 cilindros que ganhou alguns cavalos. Diante do "X1" anterior, a potência subiu de 184 para 192 cavalos, apenas com pequenos ajustes.

Outra opção de motor 1.5 também é cogitada para o mercado brasileiro, o que levaria os preços a patamares mais acessíveis.

A transmissão é sempre de 8 velocidades, mas agora é japonesa, da marca Aisin, que entrou no lugar da tradicional fornecedora alemã ZF.

Sistema Connected Drive agora é de série no X1.


Tecnologia
A maior novidade do X1 com relação a tecnologia é o sistema Connected Drive, que nada mais é do que o "carro conectado a internet". Por meio do multimídia de 6,5 polegadas, é possível ver informações de trânsito e clima em tempo real, ouvir notícias (em português de Portugal) e conectar o smartphone.

Além disso, também é possível falar com um atendente 24 horas por dia, para ter dicas de roteiro, hospedagem, reservas, e outras comodidades. Mais essencial do que um concierge é a ligação automática para a central de emergência, em caso de acidente.

O sistema inteligente também percebe o desgaste do veículo, com base no uso. Quando é necessário trocar itens como pastilhas de freio, filtros e óleo, o concessionário é alertado à distância e entra em contato com o proprietário para agendar a manutenção. Tudo isso é feito por meio de um chip de telefonia celular instalado no carro. O serviço é gratuito por 3 anos. O acabamento interno está ainda melhor na 2ª geração Impressões

Com quase 40 mm a mais que o anterior, a posição de dirigir do X1 é mais alta. Os bancos revestidos em couro estão mais confortáveis, e o cuidado no acabamento interno também parece ter subido de nível. Na direção da sDrive20i X-Line, a mudança no tipo de tração é quase imperceptível no uso regular. Em trajetos mais sinuosos na estrada, a combinação de tração dianteira e perfil mais alto desenvolve boa dirigibilidade, mas longe do que os fãs esperam da marca alemã, conhecida por sua esportividade.

A transformação do X1 deixou o modelo mais "normal" e confortável de guiar, o que é positivo para um SUV que tem como público alvo famílias, não jovens com fome de acelerador. Nesse sentido, todas as mudanças são boas: maior espaço na cabine e no porta-malas, conforto e segurança.

Quem busca no X1 aquela sensação de dirigir um BMW pode ir sem medo, com a opção topo de linha. A tração integral 4x4 e os 40 cavalos a mais de potência se combinam em uma pegada mais esportiva, com o carro mais ágil e grudado ao chão.



continuar lendo



Deixe seu comentário!

Comentários