DNIT planeja a duplicação integral da BR-304

Publicação: 2016-06-28 00:00:00 | Comentários: 0
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O sonho é antigo e ainda sem valor definido. A duplicação integral da BR-304, que liga Natal ao Ceará, está sendo estudada pelo DNIT. Enquanto os 280 quilômetros que separam a capital potiguar do estado cearense não são contemplados nos serviços, os 27 quilômetros da Reta Tabajara, na mesma rodovia, tiveram as obras finalmente retomadas, após um 2015 de paralisação, depois que a empresa vencedora da licitação abandonou os serviços. A segunda colocada assumiu a intervenção. De acordo com Ézio Gonçalves, há quatro meses os serviços de drenagem, escavações para localização de solos moles e aterros, além de seis quilômetros de terraplenagem estão prontos. A duplicação do trecho deverá ficar pronta em fevereiro de 2018.

A duplicação da Reta Tabajara deverá custar R$ 287 milhões, financiados pelo PAC. Deverão ser construídos, também, nove viadutos, cinco pontes e duas passarelas. Os trabalhos começaram no entrocamento da BR-304 com a BR-226, em Macaíba, e se estenderão até o Viaduto Trampolim da Vitória, em Parnamirim. Nos locais cuja BR-304 já é duplicada, o asfalto receberá uma nova camada. O reinício dos serviços ocorreu em abril, três meses após a Presidência da República ter publicado no último Diário Oficial da União de 2015, documento oficializando a execução das obras. O contrato nº 939/205 contempla a retomada dos serviços remanescentes de outro contrato, o TT-1066/13-00, rescindido em 2014 a pedido da empresa executora das obras.

As intervenções, de acordo com publicação no Diário Oficial da União, são de responsabilidade da empresa paranaense Ivaí Engenharia de Obras S.A.. Conforme descrito no Extrato do Contrato nº 939/2015, deverão ser executados serviços de “adequação de capacidade, duplicação da pista de rolamento, restauração, segurança de tráfego, eliminação de pontos críticos, implantação de vias marginais, construção de túneis e viadutos”.

A Reta Tabajara é uma das principais vias de escoamento dos itens produzidos nos complexos industriais da Região Metropolitana da capital e também de acesso ao interior do Rio Grande do Norte e ao estado do Ceará. A primeira ordem de servi- ços para as obras foi assinada em março de 2014, mas as interven- ções na região só iniciaram em maio daquele ano. Entretanto, a empresa SBS Construções, então executora dos serviços precisou interromper a obra para revisar a topografia, terraplanagem e, supostamente, montar o canteiro de obras. A empresa, porém, acabou abandonando o serviço e rescindiu o contrato com o DNIT.


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