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Em show na Arena, Roberto Carlos canta para 25 mil pessoas
Publicado: 00:00:00 - 16/05/2017 Atualizado: 21:45:09 - 15/05/2017
Um show de Roberto Carlos em Natal é sempre um acontecimento. E assim foi no último sábado (13), quando  o ‘rei’ retornou a cidade após quase quatro anos. A cada passagem sua, há uma movimentação diferente. Do finado ginásio Machadinho ao Teatro Riachuelo. Desta vez, Roberto Carlos estreou na Arena das Dunas, para uma plateia de 25 mil pessoas —  estava lotado, apesar dos problemas envolvendo o não cumprimento da lei da meia-entrada para todos os setores, que acabou gerando uma Ação Civil Pública por parte do Ministério Público Estadual e da Defensoria Pública do Estado.

Canindé Soares
Roberto Carlos mostra boa forma como show man romântico

Roberto Carlos mostra boa forma como show man romântico


Roberto Carlos mostra boa forma como show man romântico

O cantor surgiu no palco pontualmente às 22h, mandando logo de cara uma sequência de super sucessos “Emoções”, “Como vai você” e “Além do horizonte”, sendo ovacionado pelo público de todas as idades – de pessoas idosas a famílias inteiras, com suas crianças e adolescentes nas cadeiras e arquibancadas. Um espaço confortável foi colocado para os cadeirantes na área central do gramado.   Como ocorre em shows grandes, a não ser que você esteja na beira do palco e tenha investido em ingressos mais caros, a visão lá de trás é mínima. Mas três telões gigantes foram armados, além dos dois já existentes no Arena que ajudaram a ver melhor.

Roberto passeou por várias fases da carreira. Cantou “Lady Laura”, “Calhambeque”, “Sua Estupidez”, até “Ilegal, Imoral ou Engorda” e “Quero que vá tudo pro inferno” - canções que estavam afastadas do repertório, ambas com as letras originais. Em “Detalhes”, o rei sentou num banquinho e cantou ao violão. Novidades como “Sereia”, tema da novela “A Força do Querer”, da TV Globo, e “Chegaste”, dueto com Jennifer Lopez, também entraram no repertório. Mas  as canções não tiveram a mesma atenção do público como “Esse cara sou eu”, de 2012, por exemplo.

Na hora de apresentar a banda, Roberto lembrou do amigo Erasmo Carlos ao ver o tecladista Tutuca bater no peito em saudação ao público. “Esse gesto quem fazia era o Erasmo. Ele que tinha isso de bater no peito por debaixo da camisa. A gente aprende essas coisas com os mestres”, comentou.

O encerramento teve “Como é grande o meu amor por você”, dedicada às mães, e “Jesus Cristo”, com Roberto distribuindo rosas enquanto a mini-orquestra e o coral continuavam a música e o público o aplaudia de pé.

Por Ramon Ribeiro

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