Entre filmes e músicas

Publicação: 2018-01-12 00:00:00 | Comentários: 0
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Pernambucano de Recife, Henrique Arruda chegou em Natal no auge da adolescência. Hoje com 26 anos, formado em Jornalismo pela UFRN e com experiência na cobertura cultural do Estado, ele se dedica com todas as forças ao cinema. Em 2015 lançou o curta de ficção “Ainda Não Lhe Fiz Uma Canção de Amor”, exibido em vários festivais Brasil afora. No próximo sábado (13), ele estreia seu novo curta, “Verde Limão”, com exibição no Galpão 29 (Ribeira) seguido por show do cantor pernambucano Almério.

Henrique Arruda é jornalista e cineasta
Henrique Arruda é jornalista e cineasta

Em Natal, vários são os lugares prediletos de Henrique. “Para almoçar não tem lugar melhor que o U 1000D Tião porque felicidade é comer bem e por um preço massa. Tudo isso tem lá. Salve domingos no U 1000D Tião com as sapas do meu coração”, diz. “Quando é pra sair da dieta, vou no melhor hambúrguer de Natal, na minha opinião, o Gourmet Burguer, ali na Roberto Freire. Só amor. Peçam o Gourmet VIP”.

O cineasta também traz boas memórias do Parque das Dunas e da Ribeira, um bairro especial pra ele. “Seria um sonho realmente lindo presenciar alguma gestão pública dando a devida importância que o bairro merece”, comenta. “Viva a Casa da Ribeira, o Dosol, o Ateliê e aos demais pontos de resistência de cultura que lutam diariamente para que Natal não perca seu berço boêmio”.

Dos vários espaços na cidade, um é seu lugar cativo para terminar a noite. “Para terminar um rolé de forma clássica, tem que ir no Bar do Chico (aquele bem escondidinho perto do Midway) e arriscar várias notas no melhor Karaokê da cidade. É impressionante como a lista é vasta. Já cantei horrores RBD, Rouge e Britney lá! Viva seu Chico!”.

Apaixonado por filmes e música, Henrique é cheio de dicas culturais. “Pra ouvir indico Melodrama, o disco mais recente da Lorde. Foi uma das minhas maiores companhias em 2017. Para 2018 a maior expectativa se chama 'novo álbum da Florence and The Machine'. A mãe terra está voltando e eu sei que vai ser lindo! Ah, tem o Rouge também, que deve lançar um novo álbum. Eh, vai ser realmente um ano lindo”. De filmes, ele se diz ainda muito impactado com “Call Me By Your Name", de Luca Guadagnino. “É um dos relatos mais sensíveis que eu já vi sobre o florescer de uma paixão e os caminhos que a vida toma a partir disso”.

Para Henrique, a programação cultural da cidade seria muito melhor com uma cinema de arte. “Pelo menos uma sala de cinema voltada à exibição de filmes fora do circuito comercial. Natal tem público para todo tipo de cinema. Uma sala independente na UFRN, por exemplo, seria incrível para a formação de público. Projetos como o 'América Latina no Cinema' realizado dentro da universidade, sempre com gente interessada para assistir e debater os filmes, é a maior prova disso”.

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