Ex-presidente do Flu/RJ participa de evento em Natal

Publicação: 2009-08-06 19:54:00 | Comentários: 1
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O presidente “eterno” do Fluminense, Francisco Horta, está em Natal onde participa do lançamento de um livro sobre a Máquina Tricolor nos anos de 1975 e 1976. Juntamente com Marinho Chagas, o dirigente participará de uma palestra nesta sexta-feira (7/8), às 19 horas no Natal Shopping.

“Vencer ou vencer” este é o lema atribuído ao Presidente do Fluminense no biênio de 1975/76, Francisco Horta. E é a constatação que este lema foi levado a sério, criando uma gestão ímpar e inovadora à frente de um clube de futebol brasileiro, que levou o jornalista Marcos Eduardo Neves a documentar nas páginas de seu mais recente livro “O Maquinista” a trajetória da chamada “Máquina Tricolor”. Independente da camisa que vestisse, o torcedor brasileiro se encantou com a “seleção” montada por Horta no período de 1975 a 1976. Muitos foram ao Maracanã para ver o Fluminense jogar durante estes dois anos, seja qual fosse o time para o qual torcesse.

Quando eleito presidente do clube, ele anunciou já no dia da posse a primeira e surpreendente contratação para formação da equipe: Roberto Rivelino, considerado a maior estrela do futebol em campo à época. Com Rivelino no Tricolor, a torcida do Fluminense vivenciaria dias de muitas alegrias e glórias, com a aquisição de Mário Sérgio do Vitória da Bahia, o meia Zé Mário trazido do rival Flamengo, Paulo César Caju, além de outros jogadores em ascensão como Manfrini, Gil, Edinho e o potiguar Marinho Chagas. Com esta escalação o Fluminense tinha um time à altura dos demais rivais, com chances verdadeiras de voltar a ser campeão carioca e de disputar pra valer o título brasileiro. A taça de campeão carioca veio em 1975 e 1976 e chegou a disputa das semifinais do brasileirão, perdendo nos pênaltis para o Corinthians em um jogo marcado pelo mal tempo, que encharcou o campo, deixando o futebol-arte da máquina em segundo plano.

Os nomes que compuseram o time dos sonhos do tricolor carioca vieram do chamado “troca-troca” entre os times, postura de gestão também de Horta. Muitos dos jogadores foram pinçados do próprio futebol do Rio de Janeiro; As curiosidades, o modo como a mídia viu a atuação desta equipe, os tramites para a formação do time, tudo foi pesquisado por Marcos Eduardo Neves para escrever “O Maquinista”. O advogado e juiz de direito Francisco Horta, o autor da obra, Marcos Eduardo Neves e o grande homenageado do III Festival Literário, Marinho Chagas, estarão relembrando o passo a passo da criação da máquina tricolor fluminense, as histórias vividas nos bastidores e a trajetória de Marinho no futebol nacional, em um bate papo imperdível sobre futebol dentro do evento.

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Comentários

  • gouldaragao

    Sou botafoguense.Conheço o trabalho que Dr.Horta realizou no fluminense.Na época o clube estava a desejar.Acredito que seu livro irá fazer sucesso.Sobre o meu ídolo MARINHO CHAGAS,quando crianças, jogávamos no CIAT,velhos e bons tempos.Muita saúde meu amigo,e tudo de bom.