Fartura é coisa de Mãe Querida

Publicação: 2019-08-23 00:00:00 | Comentários: 0
A+ A-
Um cardápio com sabor de comida de avó. É a referência que o restaurante Cozinha de Mãe Querida está servindo há dois meses em Ponta Negra. Um menu cheio de memória afetiva e sabor inspirado pela avó da proprietária, Patrícia Belo, que desde criança lhe incentivou o amor pela gastronomia, e pela arte de receber bem. Isto é ‘comfort food’ em todos os sentidos.

Carne de sol na nata é preparada no pilão e servida de maneira farta, para compartilhar à mesa
Carne de sol na nata é preparada no pilão e servida de maneira farta, para compartilhar à mesa

“Foi a melhor homenagem que eu poderia prestar a ela”, diz Patrícia. Ela conta que a avó sempre foi uma exímia cozinheira. Seu hábito de sempre receber pessoas em casa para saborear sua comida lhe rendeu o apelido de “Mãe Querida”. “Ninguém a chamava de Dona Glória, só de Mãe Querida. Foi um apelido que pegou e provava o carinho que as pessoas tinham por ela”, afirma.

Nada mais justo que um restaurante de comida caseira tivesse uma vovó como inspiração. E também foi Dona Glória que inspirou Patrícia a investir na gastronomia após 20 anos trabalhando como enfermeira. “Graças a ela eu sempre gostei de cozinhar. Mas fiz cursos para me profissionalizar antes de abrir um restaurante”, ressalta.

Carne no pilão
O prato considerado carro-chefe do menu traz a marca registrada de Mãe Querida: a carne de sol na nata. “Eu faço no pilão, como a vovó fazia. Algumas pessoas até estranham por ela não ser desfiada, como na maioria dos restaurantes. Até  o  sabor fica diferente”, diz. Tem ainda paçoca e feijão verde, costelinhas suínas, picanha na chapa, escondidinho de carne de sol, filé mignon ao molho madeira, e frango à passarinho.

Tradicional cartola não poderia faltar no menu
Tradicional cartola não poderia faltar no menu

Do mar tem o camarão crocante ou ao alho e óleo, peixe frito em posta, isca de peixe crocante, e o escondidinho de bacalhau – outro prato que era da vovó. Há ainda caldos de camarão, peixe, sururu, verde, e de caranguejo. Acompanhando pão (feito na casa) na chapa. Espetinhos de frango, carne, queijo, frango ou carne com bacon, e coração. A salada verde pode ter ou não proteína (peito de frango). Para beber, coquetéis com combinações saborosas e criativas.

Patrícia Belo: Gastronomia por incentivo da avó
Patrícia Belo: Gastronomia por incentivo da avó

O Cozinha de Mãe Querida conta com dois ambientes – um climatizado e outro externo, tendo ao todo 20 mesas. Tem música ao vivo, voz e violão, aos sábados, e mantém um extenso balcão de madeira para quem vai beber algo à noite. O restaurante ganha cara de bar. “Como aqui tem casas noturnas bem frequentdas, muita gente passa aqui para um esquenta, comendo petiscos e cervejas”, diz Patrícia. Ela ressalta que a maior parte de sua clientela são de turistas. “Adoraria que os natalenses descobrissem a casa. Vou trabalhar mais para isso”, conclui.

Serviço:
Cozinha de Mãe Querida – Comida Caseira. R. Sen. Teotônio Viléla, 145,  Ponta Negra. Aberto diariamente das 11 às 15h30 e 17 às 22h. 




continuar lendo


Deixe seu comentário!

Comentários