Fome de música e paisagens

Publicação: 2019-02-01 00:00:00 | Comentários: 0
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Formada em Nutrição e em Gastronomia, Analuh tinha fome mesmo era de música. Nascida em ambiente musical, ela cresceu ouvindo Clara Nunes, Dona Ivone Lara, Paulinho da Viola, Cartola, Alcione, Beth Carvalho. Natural que o samba cedo ou tarde desse o ritmo em sua vida. E assim aconteceu – Analuh canta profissionalmente há seis anos. Em paralelo a carreira de cantora, ela cursa Música na UFRN e prepara para 2019 seu primeiro disco, que virá com composições próprias e parcerias.

Analuh Soares, Cantora
Analuh Soares, Cantora

“Moro em Natal desde adolescência. Natal é uma cidade que sou apaixonada. Sempre tem algo pra conhecer! Gosto muito de curtir as belezas naturais, principalmente as praias: Jacumã, Genipabu, as praias de Pipa e gosto muito de caminhar no calçadão de Areia Preta”, diz a cantora, pernambucana de nascimento, mas potiguar de coração.

Em Natal, ela tem seus cantinhos preferidos quando o assunto é comer e beber. “Meus restaurantes favoritos são Paçoca de Pilão (Pirangi), a melhor paçoca!!!!!, e Mangai. Comida de boteco curto muito barzinhos como o Só Mais Uma (Ponta Negra), Botequim Tá Na Hora (Ponta Negra) e Buraco da Catita (Ribeira)”.

Dos filmes recentes que assistiu e indica estão “Pantera Negra”, “Ray”, “Um Sonho de Liberdade”, “Homens de Honra” e “Fala Sério Mãe”. Quanto a este, a cantora diz: “assisti com minha filha, rimos muito”. Sua sugestão de leitura para o fim de semana é o romance “A Cidade do Sol”, do escritor afegão Khaled Hosseini, mesmo autor do best seller “O Caçador de Pipas”.

Analuh acredita que a programação artística da cidade ainda pode melhorar em vários aspectos. “Sinto falta de mais opções culturais. Acontecem alguns eventos pontuais, mas ainda não faz parte do nosso cotidiano, que poderia ter sempre opções de shows legais, acessíveis e, principalmente, à noite”, comenta a cantora. “Sinto falta de uma diversidade em relação a shows e a movimentos que valorizem os artistas locais. São pouquíssimos os espaços culturais. Acho que poderia ter mais pra podermos prestigiar nossos artistas!”.





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