Gostoso terá laboratório para quatro filmes potiguares

Publicação: 2019-11-06 00:00:00 | Comentários: 0
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Grande novidade nesta edição da Mostra de Cinema de Gostoso, o Gostoso Lab promete impulsar a produção de quatro novos longas-metragens no Rio Grande do Norte. Realizada em parceria com a Br Lab, de São Paulo, a iniciativa vai acontecer em paralelo à Mostra. Quatro projetos foram selecionados. São eles: “Almeidinha”, de Gustavo Guedes e Julio Castro, “Noite Adentro”, de Diana Coelho, “Reflexo”, de Felipe Rocha Vale Ferreira Da Silva, Ricardo Rubens Morais Nunes, e “Calixto Passou Por Aqui”, de Wallace Santos, Rodrigo Sena. O evento acontece entre os dias 8 e 12 de novembro, na praia de São Miguel do Gostoso.

Mostra de Cinema de Gostoso começa próxima sexta-feira, com exibições na praia
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Co-Produtor da Mostra, Matheus Sundfeld comenta que o Gostoso Lab é voltado tanto para a parte criativa, quanto para a parte de execução financeira, orçamentária e de captação. “Vamos trabalhar com projetos que ainda estão no papel. Vai ser uma ferramenta importante para eles [realizadores], não só por ajudá-los a desenvolver criativamente os projetos, dentro da perspectiva de personagens, roteiro, argumento, mas também porque eles vão ter tutores que cuidarão da parte estratégica de financiamento e de orçamento para viabilizar os projetos. A ideia é deixar os projetos mais fortalecidos para que os realizadores busquem captações da melhor forma possível”, explica o produtor.

Wallace Santos é um dos idealizadores do projeto “Calixto Passou Por Aqui”, único dentre os quatro no gênero documentários. Para ele, participar do Gostoso Lab será uma experiência valiosa, ainda mais num cenário de desmonte da Ancine. “Vai ser importante estar com todo mundo junto durante cinco dias trocando ideia, desenvolvendo projeto de longas-metragens, amadurecendo a linguagem. Estamos passando por um momento delicado com esse desmonte que o governo atual está promovendo na cultura. Então acho que a Mostra de Gostoso e o Lab são oportunidades muito boas, que fortalecem o cinema brasileiro e o potiguar”, comenta o realizador norte-riograndense. “Esperamos que o cinema potiguar rompam as fronteiras do estado, com narrativas fortes e com histórias que precisam ser colocadas pra fora. Vamos dar a cara à tapa e ver o que vai acontecer”.





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