Natal
Grande Natal ocupa 13º lugar no ranking
Publicado: 00:00:00 - 30/11/2014 Atualizado: 10:39:33 - 29/11/2014
Puxado pela melhoria da qualidade de vida na capital e em Parnamirim, o IDHM da região metropolitana de Natal deu um salto entre 2000 e 2010, mas ainda há muita coisa a ser feita para sair das últimas posições. O Atlas do Desenvolvimento nas Regiões Metropolitanas Brasileira, mostra que a Grande Natal ocupa o 13º num ranking de 16 regiões,  liderado por São Paulo e que tem Manaus como o último colocado.

De acordo com o atlas, “o maior avanço dentre as Unidades de Desenvolvimento Econômico (UDHs) dos municípios do entorno de Natal ocorreu em Monte Castelo, Pium, Nova Parnamirim e Toca da Raposa, em Parnamirim; e na UDH que corresponde ao município de Maxaranguape, com amplitude de 0,173, enquanto para o município-núcleo as UDHs Mãe Luiza e Guarapes/Planalto foram as que apresentaram maior crescimento com aumento de 0,161. A mediana dos valores de IDHM verificada em Natal apresenta uma evolução de 0,125. Já no que tange a mediana do entorno, a evolução foi menor do que aquela verificada para o município núcleo, igual a 0,122.”

O documento também mostra que apesar do avanço conseguido na década passada, ainda existem disparidades entre os municípios e dentro do próprio município. Em Natal, bairros como Lagoa Nova, Praia do Meio, Tirol, Petrópolis, Areia Preta, têm IDHM de primeiro mundo (0,948), enquanto em Capela, comunidade de Ceará-Mirim, e Arenã, em São José do Mipibu o IDHM é considerado baixo.

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O índice é formado por três indicadores: Saúde, Educação e Renda. No quesito renda, o chamado Plano Palumbo (Petrópolis e Tirol), Lagoa Nova, Areia Preta e Praia do Meio atingiram nota máxima no IDHM.

Um outro dado da pesquisa, que indica avanço da qualidade de vida diz respeito à composição do indicador. Em 2000, 68% das unidades de desenvolvimento econômico da região metropolitana estavam na faixa de IDHM  “muito baixo” ou “baixo”. Em 2010 já não havia nenhum deles na muito baixo e a baixo havia caído de 32% para 19%.

Na segmentação dos indicadores, o IDHM Educação subiu de 0,487 em 2000 para 0,658 em 2010. No mesmo período, a esperança de vida ao nascer passou de 69,49 anos para 73,83. Já o IDHM Renda subiu de 0,676 para 0,736. A média da mortalidade infantil caiu de 39,6 para 17,3. “Entre 2000 e 2010, a expectativa de anos de estudo passou de 9,16 para 10,03 anos na RM, enquanto no Brasil passou de 8,76 anos para 9,54 anos”, diz o estudo.

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