Gustavo DaLua mostra seu 'radiante amor' em Natal

Publicação: 2018-01-04 00:00:00 | Comentários: 0
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Percussionista do Nação Zumbi, Gustavo da Lua já se apresentou em Natal em inúmeras oportunidades com a banda ícone do Mangue Beat. Mas agora será diferente. Pela primeira vez ele apresenta na cidade seu trabalho solo. Acompanhado dos pernambucanos The Raulis, ele faz show nesta quinta-feira (4), a partir das 22h, no El Rock (Candelária). No dia seguinte ele se apresenta na Casa Taipa Brasil, na Pipa.

Gustavo Da Lua apresenta show no El Rock focado no álbum Radiante Suinga Bruto Amor
Gustavo Da Lua apresenta show no El Rock focado no álbum ''Radiante Suinga Bruto Amor''

No repertório, músicas do disco de estreia de Da Lua, “Radiantesuingabrutoamor” (2013), além de novas composições. “É um show instigado e dançante”, diz o músico. A banda The Raulis também mostrará seu trabalho, marcado por ritmos latinos com pegada roqueira. 

“Acho Natal uma cidade sensacional, seu povo, as praias... Pra mim é uma das cidades mais bonitas do Brasil. Me lembro muito do festival MADA, no início, quando era na Ribeira. Vi bandas como Detonautas e outras pela primeira vez quando toquei aí. Bons tempos”, lembra Da Lua.

Em Natal, o batuqueiro mostra seu lado compositor, onde se vê músicas sobre temas amorosos, encorpadas com uma mistura de ritmos que vai do coco ao carimbó, passando pela black music, bolero e jovem guarda. De tempero, psicodelia e efeitos eletrônicos. Como é difícil de fugir, a raiz mangue beat também está na sonoridade do artista.

Além do Nação Zumbi e do trabalho solo, Da Lua tem no currículo participações na banda de Otto, e nos projetos Los Sebozos Postizos e Seu Jorge e Almaz. Ele também foi um dos fundadores, nos anos 90, do grupo Sheik Tosado, ao lado de China. Para o artista, que vive em São Paulo há mais de dez anos, a música pernambucana fascina por ser feita com amor e comprometimento. “Difícil explicar o que a gente faz, pois criamos em cima de muita coisa. Acho que a música, quando tem alma, é um elo entre o primitivo e o moderno. Melhor que explicar é sentir”.


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