Impacto após alterações fica em R$ 876,7 bilhões

Publicação: 2019-09-11 00:00:00 | Comentários: 0
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Brasília (AE) - O secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, apresentou a senadores um cálculo apontando que, após as alterações na reforma da Previdência pela Casa, a economia fiscal com as mudanças cai para R$ R$ 876,7 bilhões em dez anos. O texto da Câmara foi aprovado com um ajuste estimado em R$ 933,5 bilhões no período de uma década.

Nos cálculos do governo, as alterações no relatório do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) aprovadas pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) diminuem a força fiscal da reforma em R$ 56,8 bilhões. Já para a Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado, a desidratação no projeto de reforma é ainda maior: R$ 64 bilhões.

Entre as mudanças feitas por Tasso Jereissati no relatório estão a garantia de um salário mínimo para pensões por morte e a retirada do conceito de miserabilidade para o pagamento do Benefício de Prestação Continuada (BPC), ampliando o número de atendidos.

Após participar de uma sessão temática no Senado sobre a proposta, Rogério Marinho afirmou que ainda será preciso avaliar se haverá viabilidade política para recuperar a desidratação. "Vamos ver aí se é possível, ver se tem ambiente, se tem clima. Vamos tentar argumentar", declarou o secretário especial de Previdência e Trabalho.



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