Macaxeira Jazz e a banda Pietá tocam em festival

Publicação: 2020-09-24 00:00:00
A edição musical do festival “Arte como respiro”, do Itaú Cultural, seguirá até domingo (27) com uma maratona de shows no site da instituição, sempre às 20h. Serão três apresentações por dia, em formato pocket-show, com vídeos pré-gravados. A música potiguar comparece na programação com o grupo Macaxeira Jazz, além da banda Pietá, que apesar de ter sido criada no Rio de Janeiro, tem uma natalense na formação. O festival faz parte uma série de editais de emergência para apoiar artistas em tempo de pandemia.

Créditos: larissa dantasNesta quinta Macaxeira Jazz vai se apresentar, excepcionalmente, em versão bandolim e violãoNesta quinta Macaxeira Jazz vai se apresentar, excepcionalmente, em versão bandolim e violão

 A programação desta quinta-feira terá como um dos destaques o grupo natalense Macaxeira Jazz, que desta vez vai se apresentar, excepcionalmente, em versão bandolim e violão. Na ocasião eles vão apresentar as canções instrumentais “O Abraço do Potó”, “Xô Coruja” e “Frevo Relaxadão”, composições que unem choro, samba, rock, baião, blues e jazz. A banda nasceu em 2006, com a intenção de cruzar todas as suas referências entre o regional e o global, o nacional e internacional, clássico e moderno. Já viajaram pela Europa e Ásia, e gravaram cinco discos.  

A noite online de quinta também terão shows do músico paulista Triz, apresentando composições suas como “O som vem assim”, “Pra Berlin” e “Elevação Menta”, trabalhos autorais que unem rap, samba e MPB.  A noite vai terminar com a performance de Lari Lima. Com suas canções “Iemanjá”, “Tão Linda” e “Soul Brasil”, a cantora e violonista sergipana apresenta sons da MPB, em pocket-show de voz, violão e percuteria.

A cantora Juliana Linhares é natalense da gema, e também a voz marcante à frente da banda carioca Pietá, um dos destaques da sexta-feira e da programação do festival “Arte como Respiro”. A música do trio, que além de Juliana traz Frederico Demarca e Rafael Lorga, é um reflexo desse cruzamento de referências, indo do regional nordestino ao samba do Rio de Janeiro. São fronteiras diluídas e embalos polifônicos. Violão e cavaquinho vão embalar músicas como “Vivará”, “Mar de Sonhos” e “Oração para Luzia”.  O trio também conta com uma performance bastante teatral.

A sexta do festival terá ainda o músico pernambucano Samico, tocando sua mistura de reggae e MPB com samples de bateria e contrabaixo, em canções como “Sereia”, “Além-Mar” e “Oya”. Para fechar a noite, o projeto Seu Pereira e Coletivo 401, representado em voz e violão pelo músico paraibano Jonas Pereira Falcão, une o rock com a MPB nas canções “Gotham City Love”, “Já era” e “Eu não sou boa influência pra você”.

Serviço:
Festival Arte como Respiro – Edição Música Autoral. 
Até domingo, às 20h. Programação completa no site









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