Música erudita no aniversário do TAM

Publicação: 2015-03-24 00:00:00 | Comentários: 0
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O Teatro Alberto Maranhão, inaugurado há exatos 111 anos, abre suas portas nesta terça-feira às 19h para celebrar a data festiva ao som da Orquestra Sinfônica do RN, concerto que abre a temporada 2015 sob a batuta do maestro Linus Lerner e participação da pianista Olinda Allessandrini, da Orquestra Jovem de Goianinha e do cantor barítono José Fernandez. No programa, abertura da Opereta Cavalaria Ligeira do maestro croata Franz von Suppé (1819-1895), e a Sinfonia Nº 9 do checo Antonin Dvorák (1841-1904).
DivulgaçãoApós o recesso, maestro Linus Lerner retorna à regência da Orquestra Sinfônica do Rio Grande do NorteApós o recesso, maestro Linus Lerner retorna à regência da Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte

O acesso é gratuito, mas o público deve retirar previamente os ingressos na bilheteria. A noite será encerrada com um coquetel e performance do grupo Big Band de Goianinha. Mas a programação de aniversário do TAM sofreu uma baixa importante: ontem o grupo de teatro Clowns de Shakespeare comunicou o cancelamento de “Sua Incelência, Ricardo III”, espetáculo premiado que seria encenado na sexta (27). Os motivos alegados pelo grupo, explicitados em carta enviada à direção do teatro e ao gabinete da Fundação José Augusto, documento que o VIVER não teve acesso, esbarram na falta de sintonia do evento com os anseios da Rede Potiguar de Teatro. Procurado pela reportagem para explicar o ocorrido, o diretor Fernando Yamamoto, que assina a carta, não deu retorno por telefone nem via chat online. O diretor do Teatro Alberto Maranhão, Toinho Silveira, preferiu não comentar e passou a bola para a Fundação José Augusto. “O Clowns cancelou a apresentação por considerar o Dia Mundial do Teatro (27 de março) uma data mais propícia ao diálogo e à reflexão, e que a apresentação está fora de sintonia com o que a Rede Potiguar de Teatro defende – no caso a abertura de uma chamada pública para a formatação da programação feita com recursos públicos”, explicou Rodrigo Bico, diretor da FJA. O gestor acrescentou que a apresentação faz parte da agenda do Prêmio Myriam Muniz, e que em nova oportunidade Ricardo III seria encenado em Natal. “Estamos no início da gestão, as coisas ainda estão se ajustando. Toinho Silveira é uma pessoa pró-ativa, não existe crise estamos afinando os ponteiros”, garantiu Bico por telefone.

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