Marista: sessenta anos dos setentões

Publicação: 2019-12-06 00:00:00
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LUIZ ANTONIO PORPINO
No Marista: 1952/1959

Seis décadas bem vividas, com resultados excepcionais, e muitas histórias singulares. Nossa listagem, começava, com Abmael Morais (jornalista, baixinho, mas, bom goleiro), Airton Costa (do comércio, irmão do capelão Padre Costa, especializou-se, em perícias), Alberto Magno (bancário, organizadíssimo), Antônio Ferreira (médico, ex-prefeito de São Rafael), Evandro Costa Ferreira (engenheiro renomado), Edmar Martins (agropecuarista, bem sucedido), Francisco Ginani (médico, empresário e agropecuarista, com êxito), Geraldo Melo (político, orador, optou ser empresário do açúcar, e senador da República), Gilvan de Carvalho (dentista conceituado), João Alberto Wanderlei (bancário, com o pai, criou a 1ª fábrica de placas metálicas), João Ferreira (agrônomo, fez contabilidade, alcançando sucesso), José Amin (continuou com a família, no comercio), José Navarro, (advogado, instalou-se em São Paulo), José Pinheiro (médico, ex-prefeito de Apodi), Luiz AntônioPorpino (administrador, bancário, historiador) Luiz Sávio (pai bancário, voltou a Recife), Manoel da Cunha – Biel – (Advogado com banca, direcionada a atender carentes, foi atleta de 1ª linha), Monir Amim (médico, pediatra do Hospital da Polícia Militar), Nazareno Costa (empresário da área de mecânica) e Ricardo Góis (médico, atuação reconhecida).

A comemoração dos Sessenta Anos, nesse 7 de dezembro, da Turma “Jessé Pinto Freire”, constará de Missa Solene, celebrada por Dom Heitor de Araújo Sales, às 10:00 horas da manhã, do próximo sábado, na Capela do Colégio Marista, e um almoço festivo, ocorrerá no Hotel “Barreira Roxa”, na Via Costeira, às 12:00 horas.

Alguns fatos que ganharam relevância, nesse período (1957/1959), foi, um deles, o número de concluintes que desde ginasianos, tinham optado por medicina (Ginani, Antonio Ferreira, Monir, José Pinheiro e Ricardo), por engenharia (Joaquim Elias, Evandro Costa Ferreira) e advogados (Manoel Antonio da Cunha e José Navarro) e comerciante (Airton Costa).

Quando concluímos o Ginásio (1956), éramos 44 alunos, que se distribuíram, e, para a alegria dos dirigentes do Colégio Marista Santo Antonio, e das respectivas famílias, receberam o reconhecimento profissional, entregaram ao Rio Grande do Norte, e ao Brasil; figuras, em vastas áreas de atuação (política, medicina, engenharia) que marcaram o resultado do ensino implementado sob a orientação do Padre.

Registre-se duais ocorrências que foram produzidas pelos Concluintes do Cientifico (1959): Uma excursão à Usina de Paulo Afonso (1958). Um “Livro de Ouro”, fez arrecadar,para cobrir as despesas da viagem. Algumas contribuições, e a mais generosa do candidato a deputado (AntonioBilú) “em troca de 50 votos” que vieram do Cotonofício Santo Antonio, do Sr. Ribeiro (pai de João Bosco, nosso colega de turma).

Inclua-se também, um inusitado: “primeira greve”, na Semana Santa de 1958, quando os “alunos resolveram faltar, às aulas de física/biologia”, e quem nos “salvou foi o Professor Álvaro Tavares” (com aulas extras nos jardins da Prefeitura de Natal)...

Uma verdadeira “pérola”, da Conclusão 1959: Na “Senha Convite”, “Baile de Formatura”, tinha uma “recomendação especial”... “Traje: Passeio – Não é permitido azul marinho”.

Por fim, até hoje, eu, Porpino, ainda inicio, com V.J.M.J (Viva Jesus Maria José); no internato acordava, às 5:15 horas para fazer ginástica, depois missa diária, e tome aula... Essas anotações contaram com a ajuda de Airton Costa, João Ferreira, Alberto Magno, tudo numa máquina datilográfica (RemingtonLetera 22)... que ainda uso...