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Natal
Maternidade faz semana de prevenção da gravidez
Publicado: 00:00:00 - 07/02/2019 Atualizado: 23:39:48 - 06/02/2019
A Maternidade Escola Januário Cicco (MEJC), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), filial da Rede Ebserh, deu início, na última segunda-feira, 4, à programação da Semana de Prevenção da Gravidez na Adolescência. Com o slogan Gravidez na adolescência: prevenção acima de tudo, serão realizadas ações educativas e debates acerca do assunto.

A iniciativa faz parte da Semana Nacional de Prevenção da Gravidez na Adolescência, instituída pela Lei nº 13.798, sancionada em 3 de janeiro de 2019, e tem como principal objetivo promover ações e atividades que visam à educação dos jovens sobre a saúde reprodutiva.

Segundo a gerente de atenção à saúde da MEJC, Maria da Guia de Medeiros, a medida é um passo importante, visto que políticas públicas com foco na saúde dessa faixa etária ainda são escassas. “Para que haja progresso, a prevenção precisa ser entendida em seu sentido amplo, com foco na assistência integral dos adolescentes. É necessário que a política pública seja implementada na ponta, pelos estados ou municípios, e chegue de fato ao adolescente”, afirma.

Dados divulgados em 2018 pela Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que o Brasil tem 68,4 bebês nascidos de mães adolescentes a cada mil meninas na faixa de 15 a 19 anos, ficando acima da média latino-americana, estimada em 65,5. No mundo, a média é de 46 nascimentos a cada mil.

Na MEJC, referência em gestação de alto risco e no atendimento à mulher e ao recém-nascido no Rio Grande do Norte, o índice de gravidez na adolescência no último ano chegou a um percentual equivalente a 13%.

A especialista lembra que a adolescência é uma fase complexa da vida. Além dos hormônios, que nessa etapa afloram, causando as mais diversas mudanças no adolescente, outros assuntos preocupam e permeiam as mentes dos jovens: escola, vestibular, profissão. “Uma gravidez neste período pode ter um efeito profundo na saúde das meninas durante a vida. Não apenas cria obstáculos para o seu desenvolvimento psicossocial, mas também está associada a uma série de riscos à saúde da mulher e do bebê”, completa.

Na MEJC, referência em gestação de alto risco e no atendimento à mulher e ao recém-nascido no Rio Grande do Norte, o índice de gravidez na adolescência no último ano chegou a um percentual equivalente a 13%.

A especialista lembra que a adolescência é uma fase complexa da vida. Além dos hormônios, que nessa etapa afloram, causando as mais diversas mudanças no adolescente, outros assuntos preocupam e permeiam as mentes dos jovens: escola, vestibular, profissão. “Uma gravidez neste período pode ter um efeito profundo na saúde das meninas durante a vida. Não apenas cria obstáculos para o seu desenvolvimento psicossocial, mas também está associada a uma série de riscos à saúde da mulher e do bebê”, completa.





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