Meu Programa Legal: Rotina calma e som boêmio

Publicação: 2020-02-07 00:00:00 | Comentários: 0
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Nascido em Natal, Leonardo Galvão pegou gosto pela música aos poucos, mas estava predestinado a isso. Formado em psicologia e trabalhando com RH e Consultoria em Gestão, foi na faculdade que a paixão pelo samba bateu de forma mais intensa. “No início dos anos 2000 eu comecei a colecionar os CD’s do Grupo Fundo de Quintal. Tenho quase todos. Acho que foi aí que o sentimento se consolidou”.

Créditos: DivulgaçãoLeonardo Galvão, músico do Ribeira BoêmiaLeonardo Galvão, músico do Ribeira Boêmia
Leonardo Galvão, músico do Ribeira Boêmia

Leonardo é um dos fundadores do Ribeira Boêmia, projeto que iniciou em 2012, mas que pegou pra valer a partir de 2015, consolidando-se na agenda musical da cidade. Como está sempre circulando com a banda, ele conhece bons lugares para curtir no fim de semana.

“Apesar de produzir um projeto que leva a palavra 'Boêmia', meus hábitos não são tão boêmios assim. Mas aprecio lugares que tenham boa comida, uma boa variedade de cervejas e que a música seja fora do padrão comercial (sertanejo e forró eletrônico). Nesse sentido, o Mormaço em Nova Descoberta é uma excelente opção”, conta o músico. “Pra quem aprecia a culinária japonesa, minha indicação é o Takami. Ao pessoal que gosta de uma boa massa, indico a Martiniano. E pra quem não vive sem um espetinho e cerveja gelada na semana, não deixe de conhecer o Espetinho do Braga”.

Uma das características que Leonardo destaca em Natal é a paisagem, algo que deveria ser mais aproveitado na cidade. “Um lugar aqui em Natal que é belíssimo por demais, por ter um pôr-do-sol lindíssimo, na beira do Rio Potengi, é o Iate Clube de Natal. De vez em quando há eventos por lá”, afirma o instrumentista. Para ele, a capital potiguar poderia melhorar mais em alguns aspectos. “Acho que Natal precisa de mais projetos que valorizem as coisas daqui, seja com o samba, com o forró, com a MPB. Lembro do extinto Projeto Seis e Meia. Tinha tanta coisa boa”.

Nas suas dicas de leitura, não podia faltar livro relacionado à música. O primeiro é “História de Canções - Chico Buarque”, do autor Wagner Homem. “É bem interessante por tornar o leitor consciente do período histórico acerca das composições do genial Chico Buarque, além de outras curiosidades. Vale a pena a leitura”. E o outro livro é “A Loja de Tudo”, de Brad Stone. “O livro conta a história de Jeff Bezos, o criador da Amazon. Uma aula sobre negócios e como Bezos fundou a maior loja virtual do mundo”.

Fã de séries, Leonardo     tem predileção pelas produções mais leves e engraçadas, mas também assiste as de conteúdo mais denso. “Para quem ainda não assistiu 'Olhos que Condenam”, pode assistir sem medo que é uma aula de desconstrução de que não existe racismo. Mas precisa ter um estômago mais for-te. Vale muito a pena”.







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