Mistura de enredos

Publicação: 2020-02-20 00:00:00
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A trama de “Amor Sem Igual” irá resgatar o enredo de “Topíssima”. Em cenas previstas para irem ao ar nesta quinta, dia 20, Felipe Cunha e Camila Rodrigues reviverão os protagonistas Antonio e Sophia. Na história, o casal estará de férias em São Paulo e irá até o mercadão. Eles acabam conhecendo Oxente, papel de Ernani Moraes, e seus filhos. “Como não é segredo para ninguém, tenho uma enorme empatia por esta personagem. Reviver Sophia foi tão especial e extremamente divertido, foi um lindo reencontro e eu só tenho a agradecer por este convite”, valoriza Camila, que estará no elenco de “Gênesis”, próxima novela bíblica da Record. De folga da tevê desde o fim de “Topíssima”, Felipe confessa que buscou relembrar o processo de criação de Antonio para participar da atual novela escrita por Cristianne Fridman. “As pessoas pensam que as personagens reaparecem em um estalar de dedos, pelo menos comigo não funciona bem assim. Não é fácil trazê-los de volta. A criação do Antonio se deu sob várias dores, um rapaz que viveu o preconceito de um morador do morro, a saudade do pai falecido, a morte de uma ex-noiva e sua rejeição. Como todos os brasileiros, Antonio buscava a cada amanhecer motivos para seguir sorrindo. Me aproximar do Antonio é acessar essas suas lembranças nos moldes da criação”, afirma. A trama de “Topíssima” ganhará uma sequência ainda sem data de estreia prevista.

Longe da eliminação
O “Big Brother Brasil 20”, nas quatro primeiras semanas de exibição, registrou crescimento de audiência na comparação com a edição passada no mesmo período (entre 21 de janeiro e 17 de fevereiro) em São Paulo e no Rio de Janeiro. Em São Paulo, o programa teve média de 23 pontos com 39% de participação, um crescimento de 10% em relação ao ano passado. No Rio, o “reality show” contou com média de 24 pontos e 43% de participação, um aumento de 9%.

Maratona de folia
Natural de Tupã, interior de São Paulo, Pedro Bassan tem um vasto currículo como jornalista. Porém, um dos seus momentos mais intensos de trabalho é durante a cobertura do Carnaval. Pelo segundo ano consecutivo, ele estará na transmissão dos desfiles da Série A carioca, que a Globo transmite para o Rio de Janeiro na sexta, dia 21, e no sábado, dia 22. “Espero um carnaval de emoção, mais até do que no ano passado”, explica Bassan, que já começou a se preparar para a longa noite de desfiles. “Na última semana, eu começo a dormir mais tarde, para entrar no fuso do Carnaval. E tomo cuidado principalmente com a voz. Tomo muita água e faço exercícios de fono diariamente”, completa. O jornalista dividirá a cobertura com Mariana Gross. Os desfiles também estarão disponíveis no Globoplay.

Passado histórico
A trama de “Éramos Seis” tem como contexto histórico a década de 1930. Por isso mesmo, os próximos capítulos irão retratar a Revolução de 1932. Ao longo do enredo, Angela Chaves pretende chama atenção para as consequências negativas de qualquer conflito armado. “É preciso também refletir sobre a inutilidade de qualquer guerra como solução de conflitos, como mais se perde do que se ganha com o uso da força.

Foi bem
Para o crescimento de Giullia Buscacio ao longo da trama de “Éramos Seis”, da Globo. A intérprete de Isabel tem se destacado nos últimos capítulos da novela. Há algum tempo que a atriz merecia uma história mais consistente dentro do enredo.

Foi mal  
Para a falta de ação da trama de Rômulo Arantes Neto em “Malhação”, da Globo. Na pele do vilão do Rui, o ator não tem uma história crescente e, a cada capítulo, o personagem está sempre fazendo as mesmas ameaças. É uma repetição de cenas.








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