Motores do RN

Publicação: 2017-09-17 00:00:00 | Comentários: 0
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“A participação do Estado na Economia: Como o equilíbrio fiscal público influência o mercado” será o tema da nova edição do seminário Motores do Desenvolvimento do RN, nesta segunda-feira. Entre os palestrantes estarão o economista e especialista em finanças públicas Raul Veloso, o economista Eduardo Gianetti da Fonseca e o presidente da consultoria Marcoplan, Cláudio Porto. A abertura do seminário será às 8h30, no Holiday Inn Natal Hotel, com o presidente da Fecomércio, Marcelo Queiroz.

Mudança no crédito

Os deputados estaduais devem votar nesta terça-feira a mudança no projeto de uma das operações de crédito que estão autorizados para o governo do Estado. Trata-se de um financiamento junto à Caixa Econômica Federal que teria  parte dos recursos destinada ao projeto da obra na avenida Ponta Negra, atualmente suspenso. A intenção do governo é que a Assembleia vote uma alteração que permita a redistribuição dos recursos para saneamento e outras obras de urbanização. Com isso, os R$ 146 milhões restantes do contrato inicial serão utilizados na execução de projeto nas áreas de mobilidade urbana e infraestrutura turística. Apenas uma pequena parte ainda ficará reservada à “Roberto Freire”.

Substituição na PGR

O procurado geral da República, Rodrigo Janot, será substituído por Raquel Dodge, indicada para o cargo pelo presidente Michel Temer. A posse de Raquel Dodge será nesta segunda-feira. Ela foi a segunda mais votada em eleição interna da Associação Nacional dos Procuradores da República, que deu origem à lista tríplice enviada ao presidente para subsidiar sua escolha. Em julho, Dodge foi aprovada pelo plenário do Senado por 74 votos a 1 e uma abstenção. Mestre em direito pela Universidade de Harvard e integrante do Ministério Público Federal há 30 anos, Raquel Dodge é subprocuradora-geral da República e atuou em matéria criminal no Superior Tribunal de Justiça.

Reforma política


A retomada da votação do projeto de reforma política está prevista para esta semana. Na última quarta-feira, houve mais uma tentativa fracassada de entrar em um acordo sobre a proposta que muda o sistema eleitoral e cria um fundo público de financiamento de campanha, mas os deputados tiveram que adiar novamente a votação no plenário, o que ameaça inviabilizar a aprovação do projeto na Câmara.

Prazo apertado


Para valer em 2018, as novas regras para as eleições têm que ser aprovadas pela Câmara dos Deputados e pelo Senado até o início de outubro. Uma nova tentativa de votar a proposta deve ocorrer nesta semana, mas o calendário está cada vez mais apertado. O relator do projeteo de mudança da elei eleitora, o petista Vicente Cândido, admitiu à Agência Estado que a votação foi adiada porque não haveria número necessário de votos para aprovar o texto na quarta-feira. Segundo Vicente Cândido, se a votação fosse realizada, a matéria alcançaria algo em torno de 250 votos. Por se tratar de uma emenda à Constituição, o projeto precisa do apoio de 308 dos 513 deputados e passar por duas votações em plenário.

Execução trabalhista

Começa nesta segunda-feira, na Justiça do Trabalho, a 7ª Semanal Nacional da Execução Trabalhista. As Varas do Trabalho e os Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) de Natal e de Mossoró agendaram mais de 700 audiências de conciliação em processos na fase de execução.

Discussão no PSDB


O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse que o partido vai analisar o teor da denúncia contra o presidente Michel Temer antes de se posicionar sobre o assunto, mas que o processo não deve paralisar os trabalhos da Câmara dos Deputados. "O PSDB vai primeiro analisar tudo isso para depois se posicionar", declarou Alckmin sobre a denúncia feita pela Procuradoria Geral da República (PGR).

Entre ódios e paixões


O ex-ministro e ex-governador do Ceará Ciro Gomes, que pretende concorrer à presidência no próximo ano, afirmou que o Brasil precisa passar um amplo debate para que se possa construir novos caminhos e superar a crise. A entrada do ex-presidente Lula na disputa, acredita, tornaria o debate "passional". "O ambiente de ódios e paixões tira qualquer chance de o País ter um minuto de discussão sóbria do seu futuro", afirmou.

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