Não há prova, diz a ex-presidente

Publicação: 2017-10-12 00:00:00 | Comentários: 0
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Brasília (AE) - A presidente cassada Dilma Rousseff negou irregularidades por parte do Conselho de Administração da Petrobras na aquisição da refinaria de Pasadena, em 2006. "Não há prova alguma de qualquer ilícito praticado pelo Conselho Administrativo da Petrobrás. Muitos dos seus integrantes eram empresários do mercado, com experiência em gestão e aquisições", disse a petista em nota.

Ainda segundo Dilma, nenhum dos integrantes do conselho tinha ligação política com o governo. "Está claro, pelas próprias atas do Conselho de Administração da Petrobrás, que a compra de 50% das ações de Pasadena foi feita com base em avaliações e informações jurídicas e financeiras consideradas íntegras e cabais. Dois anos depois, o conselho foi informado de que tais informações eram parciais e incorretas, transmitidas por diretor hoje condenado por corrupção", afirma a nota divulgada pela assessoria de imprensa de Dilma, em referência ao ex-diretor de Internacional da Petrobras Nestor Cerveró.

O comunicado cita ainda um trecho de um parecer do Ministério Público Federal, de 22 de julho de 2014, segundo o qual "(…) não é possível imputar o cometimento de delitos de nenhuma espécie aos membros do Conselho de Administração da Petrobrás, mormente quando comprovado que todas as etapas e procedimentos referentes ao perfazimento do negócio foram cumpridas".

O Tribunal de Contas da União (TCU), em diversos julgamentos entre 2014 e 2017, diz a nota, isentou o Conselho de Administração da Petrobrás, então presidido por Dilma, de prejuízo na compra de Pasadena.


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