Número de linhas em operação recua

Publicação: 2017-07-16 00:00:00 | Comentários: 0
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A participação das operadoras no mercado de telefonia móvel do Rio Grande do Norte, segundo dados fornecidos pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), aponta vantagem para a TIM (38,4% dos usuários), que é seguida pela Oi (30,9%), Claro (25,3%) e Vivo (5,3%) dentro de um universo de 3,738 milhões de linhas ativas no mês de maio – em janeiro deste ano o número de linhas ativas era de 3,764 milhões.

Ainda de acordo com a Anatel, vem sendo registrada desde o último bimestre de 2016 uma redução no número de linhas ativas em todo o Brasil, que pode ser encarada como uma acomodação do mercado. Para a Agência, diversos fatores podem explicar essa tendência de queda, além da limpeza periódica que as prestadoras de serviço fazem na base de clientes: “Surgiram novas possibilidades de comunicação, via rede de dados; e houve uma redução no custo da interconexão entre as diferentes operadoras, fator que tem levado à oferta de planos de serviços com valores mais interessantes”. Com isso, o consumidor passa a não necessitar de mais de um simcard (chip) para realizar ligações.

“Como internet virou commoditie, o nível do serviço teve que subir para que cada empresa mantivesse seus clientes: maiores velocidades, redes 4G mais abrangentes e, raramente, ofertas de maiores franquias de dados”, observou o produtor de eventos Victor Vasconcelos, 29, conectado em redes móveis de transferência de dados desde 2007. “Muita coisa mudou ao longo da década, desde a área atendida até a velocidade oferecida, que dependendo da operadora e da intensidade de sinal dá para conseguir um serviço bem próximo a uma rede cabeada”. Para ele, a franquia de dados é o principal gargalo na qualidade do serviço oferecido no Brasil.

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