Número de trabalhadores por conta própria cresce

Publicação: 2018-11-09 00:00:00 | Comentários: 0
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O número de pessoas ocupadas como empregadores ou trabalhadores por conta própria, com registro no Cadastro Nacional de pessoa Jurídica (CNPJ), aumentou 4 pontos percentuais em cinco anos e reúne quase 8 milhões de pessoas em todo o Brasil. O número de sindicalizados caiu de 16,2% para 14,4% de 2012 para 2017 e o País gerou, no período, ocupação para 1,7 milhão de pessoas. Os dados contam na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - Contínua (Pnad-C): Características Adicionais do Mercado de Trabalho 2012-2017, divulgada nesta quinta, 8, peloInstituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Nordeste foi a região que mais perdeu trabalhadores no campo
Nordeste foi a região que mais perdeu trabalhadores no campo

O número de pessoas ocupadas como empregadores ou trabalhadores por conta própria que tinham registro no Cadastro Nacional de pessoa Jurídica (CNPJ) passaram de 23,9% em 2012 para 28% no ano passado. No total, são 7,66 milhões de pessoas nessa categoria no Brasil. A proporção é de 18,5% do total entre os trabalhadores por conta própria e chega a 80% entre os empregadores. Em 2012, as proporções eram de 14,9% e 75,6%, respectivamente.

A região com mais pessoas ocupadas como empregadores ou trabalhadores por conta própria com registro no CNPJ é o Sul, com 38,1%. No Norte são 12,4% do total. Por grupo de atividade, a maior proporção é no comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas, com 42,5%, e a menor está na agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, com 6,1%.

Entre as pessoas ocupadas no setor privado, aumentou no período o número de empregados em pequenos empreendimentos, passando de 46,7% em 2012 para 51,5% a proporção de quem trabalha em empresas com até cinco empregados. O grupo de ocupados em estabelecimentos com mais de 51 empregados passou de 29,8% para 26,1%.

No total, 63% dos trabalhadores permanecem ou moram na área do próprio empreendimento. Ficaram em local designado pelo empregador, patrão ou freguês 12,5% e, em fazenda, sítio, granja ou chácara, 11,1%. Há também 2,8% que trabalham em via pública, 3,8% em veículo automotor e 4,3% em domicilio ou residência. A economista da Coordenação de Trabalho e Rendimento do IBGE Adriana Beringuy, explicou que o trabalho no domicílio de residência teve aumento de 443 mil postos, chegando a cerca de 3 milhões.



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