Nas graças do povo

Publicação: 2020-01-24 00:00:00 | Comentários: 0
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A personalidade fofoqueira de Genu, papel de Kelzy Ecard em “Éramos Seis”, chamou a atenção da atriz. Quando recebeu as primeiras informações sobre a personagem, Kelzy imaginou que fosse despertar alguma reação negativa do público. Porém, há quase quatro meses no ar, a atriz viu seu trabalho cair no gosto dos telespectadores. “O retorno está sendo muito bacana. É engraçado porque me cobram muito, outro dia eu tirei uma foto com uma moça que disse que a dona Genu era uma fofoqueira do bem. Ela é muito parceira da Lola e acho que isso salva ela de ser massacrada. Mais do que passar a informação para frente, a Genu não pode ficar sem saber das novidades”, afirma. Nos próximos capítulos da trama das seis, a família de Genu passará por algumas situações delicadas.

Créditos: Divulgação/GloboKelzy EcardKelzy Ecard

“A família vai girar em torno de uma questão do Virgulino (Kiko Mascarenhas). Vamos entrar na Revolução de 1932 e isso vai movimentar todos os núcleos da novela. O Lúcio (Jhona Burjack) vai se envolver cada vez mais com política. Li em alguns sites que ele irá morrer, mas eu acho que não. Muita coisa da outra versão está modificada”, despista a atriz, que celebra o fato de estar contracenando com elenco mais novo. “Eles (Jhona e Triz Pariz, que vive Lili) são umas graças, né? Lindos, porque o meu DNA é espetacular (risos). Eles têm um frescor e uma grande vontade de aprender”, completa. Mesmo participando de uma trama de época, Kelzy identifica diversas discussões atuais no texto de Angela Chaves. Ao longo do enredo, os personagens debatem temas como os direitos trabalhistas e algumas questões morais. “É muito bom estar falando sobre isso, mas, ao mesmo tempo, é muito triste estar falando sobre questões que vivemos nos anos 1930. Estamos tendo de rediscutir. A novela aborda esses assuntos de uma forma delicada e sem ser panfletaria”, defende.

Retorno no verão
Iza volta ao palco do “SóTocaTop Verão”. A cantora apresenta o “single” “Evapora”, que tem a parceria internacional de Ciara e de Major Lazer. Lançado há pouco mais de um mês, o sucesso já tem mais de 15 milhões de visualizações no clipe oficial na internet. No ano passado, ela comandou a produção musical ao lado de Toni Garrido. Além de Iza, o programa, que vai ao ar neste sábado, dia 25, também terá Thiaguinho e Solange Almeida.

Visual de cinema
Logo no início da trama de “Salve-se Quem Puder”, próxima novela das sete, Alexia, papel de Deborah Secco, assumirá a identidade de Josimara. A personagem entra no Programa de Proteção à Testemunha após testemunhar um assassinato. Para isso, ela terá de passar por uma mudança no visual. Alexia, que antes usava um corte channel castanho com mechas, ganhou uma cabeleira ruiva e longa. No figurino, a mudança do estilo clássico e moderno deu lugar a botas, colete, camisa xadrez e short jeans em um “look” mais “country”. O figurino da personagem foi inspirado no filme “Uma Linda Mulher”. “Alexia é uma atriz exuberante enquanto Josimara adota um estilo mais simples, mas sem deixar de lado a essência da personalidade. Ela também usará um body chain, uma espécie de colar que passa pelo pescoço e envolve na cintura”, explica a figurinista Julia Ayres.

Música e calor
O Multishow irá transmitir o “Festival de Verão 2020”. O evento acontece em Salvador, na Bahia, nos dias 1º e 2 de fevereiro. Esta será a maior cobertura do evento, que esse ano, além de ser transmitido no Multishow, também estará no Canal Bis. Sob o comando de Dedé Teicher, Guilherme Guedes e Dughettu, o Multishow vai exibir os shows do Palco Arena na íntegra e trechos dos artistas do Palco Dique. No Canal BIS, Laura Vicente apresenta a transmissão completa do Palco Dique, com exibição dos melhores momentos do Palco Arena.

Foi bem
Para as emocionantes sequências do desfile de Carnaval de “Bom Sucesso”, da Globo. Gravadas há quase um ano, as cenas foram uma junção de bom texto, interpretação, direção e, principalmente, planejamento.

Foi mal 
Para a frustrada estreia do “Fora de Hora”, da Globo. Substituto do “Tá no Ar: A TV na TV”, o humorístico apresentou um roteiro fraco e com piadas previsíveis. Uma queda de qualidade em relação ao programa antecessor.






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