No Brasil, trabalhadores informais somam 24,4 milhões

Publicação: 2019-12-01 00:00:00 | Comentários: 0
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A taxa de desocupação (11,6%) no trimestre móvel encerrado em outubro de 2019, ficou estatisticamente estável tanto em relação ao trimestre de maio a julho de 2019 (11,8%) quanto em relação ao mesmo trimestre de 2018 (11,7%), segundo dados divulgados pelo IBGE sexta-feira passada.

Sem acesso ao mercado formal de trabalho, milhares de pessoas se dedicam às atividades informais no País como sobrevivência

A categoria dos trabalhadores por conta própria chegou a 24,4 milhões de pessoas, novo recorde na série histórica, com estabilidade frente ao trimestre anterior e alta de 3,9% (mais 913 mil pessoas) em relação ao mesmo período de 2018.

A população desocupada (12,4 milhões de pessoas) ficou estatisticamente estável em ambas as comparações. A população ocupada (94,1 milhões) cresceu em ambas as comparações: 0,5% (mais 470 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior e 1,6% (mais 1,4 milhão de pessoas) em relação ao mesmo trimestre de 2018. A população fora da força de trabalho (64,9 milhões de pessoas) permaneceu estável em ambas as comparações.

A taxa composta de subutilização da força de trabalho (23,8%) variou -0,8 p.p. em relação ao trimestre móvel anterior (24,6%) e ficou estatisticamente estável em relação ao mesmo trimestre móvel de 2018 (24,0%). A população subutilizada (27,1 milhões de pessoas) recuou (-3,5%, ou menos 972 mil pessoas), frente ao trimestre móvel anterior e ficou estatisticamente estável frente ao mesmo trimestre de 2018 (27,1 milhões de pessoas).

A população desalentada (4,6 milhões) recuou (-4,5%, ou menos 217 mil pessoas) em relação ao trimestre móvel anterior e ficou estável frente ao mesmo trimestre de 2018 (4,7 milhões). O percentual de desalentados em relação à população na força de trabalho ou desalentada (4,2%) variou -0,2 p.p em relação ao trimestre anterior (4,4%) e ficou estatisticamente estável frente ao mesmo trimestre de 2018 (4,3%).

O número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado (exclusive trabalhadores domésticos) chegou a 33,2 milhões, com estabilidade em ambas as comparações. A categoria dos empregados sem carteira de trabalho assinada no setor privado (11,9 milhões de pessoas) foi novo recorde na série histórica, com estabilidade estatística em relação ao trimestre móvel anterior e alta de 2,4% (mais 280 mil pessoas) frente ao mesmo trimestre de 2018.

O rendimento médio real habitual (R$ 2.317) no trimestre móvel terminado em outubro de 2019 ficou estável em ambas as comparações. A massa de rendimento real habitual (R$ 212,8 bilhões) cresceu em ambas as comparações: 1,8% frente ao trimestre móvel anterior e 2,6% frente ao mesmo período de 2018.

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