Novo decreto para escolas será editado esta semana

Publicação: 2020-03-31 00:00:00
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A governadora Fátima Bezerra publicou em seu perfil oficial no Twitter nesta segunda-feira, 30, que um novo decreto sobre a suspensão das aulas deve ser publicado no decorrer desta semana. De acordo com o decreto anterior (Nº 29.254), as redes pública e privada seguem sem aulas até o dia 2 de abril e a possível prorrogação será discutida pelo Comitê de Enfrentamento ao Coronavírus no RN.

Créditos: Adriano AbreuEscola Estadual Monsenhor Walfredo Gurgel, uma das maiores da zona Sul de Natal, segue fechadaEscola Estadual Monsenhor Walfredo Gurgel, uma das maiores da zona Sul de Natal, segue fechada


Na sexta-feira passada, 27, foi realizada uma reunião entre diversas entidades gestoras da educação no RN e a definição ficou para essa semana. De acordo com a Secretaria Estadual de Educação (Seec), há consenso entre as instituições privadas e públicas da necessidade do prolongamento do período sem aulas, mas que isso ainda não foi oficializado - o que deve ocorrer essa semana, segundo a postagem da governadora.

Além da Seec, participaram da reunião o Conselho Estadual de Educação, União dos Dirigentes Municipais de Ensino, Secretaria Municipal de Educação de Natal e o Sindicato das Escolas Particulares do RN.

As aulas estão paralisadas desde o dia 18 de março. Poucos dias depois, a TRIBUNA DO NORTE atestou que a suspensão das aulas das redes de ensino do Rio Grande do Norte afeta diretamente cerca de 1,2 milhão de pessoas, entre alunos e funcionários. O número de  atingidos significa um terço da população do Rio Grande do Norte e é maior ainda se considerar os familiares dos alunos da educação infantil, que também podem ter modificações na rotina de maneira indireta. 

Na ocasião, Fátima classificou a medida como “necessária" para proteger a saúde dos estudantes e profissionais de educação. “Estamos falando de uma decisão que diz respeito à vida de 220 mil estudantes da rede estadual, mais 600 mil das redes municipais e cerca de 170 mil de escolas particulares", declarou à época.





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