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Natal
Pacientes se queixam de demora no atendimento no Zeca Passos
Publicado: 10:54:00 - 05/07/2016 Atualizado: 11:21:34 - 05/07/2016
Pacientes que buscam atendimento na Policlínica Dr. José Carlos Passos, no bairro da Ribeira, Zona Leste de Natal, reclamam das longas filas que são formadas nas primeiras horas do dia para ingressarem às dependências da unidade de saúde. A demanda se concentra, principalmente, em realização de exames laboratoriais.
Pacientes aguardam atendimento na porta de laboratório da Policlínica Zeca Passos
Na porta do laboratório de coleta, na manhã de hoje (5), cerca de 20 pacientes se concentravam nas poucas cadeiras e nos batentes, onde aguardavam chamada. "De manhã cedo estava muito mais cheio", informou uma paciente que não quis se identificar. Além disso, ela relatou que estava com exame de sangue agendado desde a sexta-feira, chegou à Policlínica às 7h da manhã e até às 10h ainda não havia recebido atendimento.

A demora seria causada pelo baixo número de profissionais para atendimento. "Quando começaram a atender, às 8h, só haviam duas enfermeiras", queixou-se a paciente.

Já a moradora do bairro do Alecrim, Maria de Fátima Rocha, que está em tratamento de câncer de mama e que depende dos serviços da policlínica, alega que não há uma ordem na chamada dos pacientes. "Acho o serviço de péssima qualidade, era para ser melhor. Estou desde às 18h de ontem (4) em jejum. É um absurdo", lamentou.

De acordo com a diretora da unidade, Ivaneide Matias, as filas não se devem em função do atendimento, mas da entrega documental para ter acesso aos laboratórios. "As filas foram abolidas. Desde que a Secretaria Municipal de Saúde adotou a regulação, nós só recebemos pacientes encaminhados nos postos de saúde com dia e hora marcados. O atendimento ficou muito mais humanizado dessa forma", justificou.

A gestora considera que o tempo de espera é razoável, uma vez que existem outras pessoas que necessitam de atendimento preferencial, como deficientes físicos, gestantes e idosos. Sobre a concentração de pessoas nas portas dos laboratórios, Ivaneide explicou que o problema deverá ser sanado. "Temos um espaço, com cadeiras, para os pacientes aguardarem, onde um funcionário faz a chamada através de alto falantes. Como o aparelho estava com problema, esse procedimento não era realizado. Mas até amanhã deveremos normalizar", afirmou.

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