Palmeira se defende e fala em repúdio a violência

Publicação: 2020-01-15 00:00:00
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Um dia após receber críticas pelo apedrejamento do carro do árbitro Leandro de Sales Barchz, ocorrido domingo no Nazarenão, na partida Palmeira 0 x 1 ABC, o clube de Goianinha utilizou suas redes sociais para “repudiar o ato de vandalismo”.

Já sobre as críticas diretas ao árbitro, pela atuação, o clube defendeu o direito de se expressar. “Em um país democrático, os protestos e as reclamações são atos legitimos, ou seria diferente no RN? Já a violência não cabe, muito menos no esporte”, escreveu.

O Sindicato dos Árbitros do Rio Grande do Norte já antecipou que irá processar o clube por danos morais.

Confira a nota do Palmeira:
A diretoria do Palmeira Futebol Clube, vem por meio desta, repudiar o ato de vandalismo contra o carro do árbitro Leandro de Sales Barchz, ocorrido neste domingo. Somos contra qualquer tipo de violência dentro e fora de campo.

Diante das polêmicas do referido jogo, a diretoria do Palmeira foi questionada sobre a forma em que denunciou os abusos praticados pela arbitragem.

Em um país democratico, os protestos e as reclamações são atos legitimos, ou seria diferente no RN?

Já a violência não cabe, muiito menos no esporte.

Como mandantes do jogo, seguimos o Estatuto de Defesa do Torcedor, solicitamos policiamento paro o jogo como consta: "Art. 31. A entidade detentora do mando do jogo e seus dirigentes deverão

convocar os agentes públicos de segurança visando à garantia da integridade física do árbitro e de seus auxiliares." Vale lembrar que o Estádio Municipal José Nazareno do Nascimento, mais conhecido como Nazarenão, não possui em suas dependência(internas) estacionamento.

Segundo o artigo 27 do EDT, em seu parágrafo único, ,em estádios com capacidade inferior à 10 mil torcedores, o clube mandante não tem obrigatoriedade de fornecer ou solicitar ao poder público, serviços de estacionamentos.

Para finalizar, cobraremos dos órgãos polícias competentes, a apuração efetiva do lamentável incidente, e queremos contar com a colaboração do presidente da CEAF, Cel. Ricardo Albuquerque, que em entrevista, disse saber mais ou menos quem é o culpado pelo dano ao carro do veículo do Leandro de Sales Barchz.



A Direção